sexta-feira, 21 de julho de 2017

Testando e entendendo o funcionamento do relê dos faróis do Fusca e derivados

Em um mundo onde "profissionais" da reparação insistem em apenas trocar peças usando apenas de uma teoria de tentativa e erro sem critério algum, é muito sadio ter a oportunidade de ver conteúdos como esse. No post de hoje você aprenderá a testar um componente bastante simples, engenhoso e que mostra mais uma vez a fabulosidade do que é a eletricidade. Se você já está me dando a honra da visita, não deixe de dar aquele like bacana na página do Facebook e de seguir o blog também. Desta maneira, você fica sabendo de tudo o que rola aqui no blog, visto que sempre há um post novo todos os dias. Os botões de curtir e seguir estão aqui a sua direita, bem rápidos e fáceis. Para seguir o blog é necessária apenas uma conta do Google, coisa que todo mundo tem hoje em dia. Além disso, a sua direita também há um botão para que você possa se inscrever em meu canal do Youtube, onde muitas novidades aparecerão em um futuro muito breve para somar com alguns vídeos que lá já existem. Clicando nesses botões e dando essa forcinha, você está prestigiando o blog de uma das melhores maneiras possíveis para que ele continue crescendo e mais pessoas possam conhecer todo o conteúdo que é postado aqui para todos aqueles que, assim como eu, são apaixonados pelo fantástico mundo do antigomobilismo com admiração pelo incrível universo dos Volkswagen refrigerados a ar.
Ter um problema no carro sem dúvidas é algo bastante chato. Para nós que gostamos de automóveis, um problema com certeza é um dos maiores motivos para que venham inúmeros pensamentos em nossa cabeça como sendo causas do mesmo. No entanto, muitas vezes o defeito é algo bastante simples e apenas nos falta uma diretriz para que seja formada a nossa linha de raciocínio no diagnóstico. Hoje vocês terão uma breve (mas muito produtiva) aula que mostra como um simples mas muito importante componente da elétrica do seu Fusca ou derivado pode ser testado.
O vídeo que você vê ao final do post vem lá do canal do meu amigo Paulo Fernando. Há poucos dias atrás eu tive o grande privilégio de poder publicar algumas fotos de várias otimizações que ele fez em sua dupla carburação Solex 40 que equipa seu Gol BX. Desta vez, meu amigo Paulo Fernando traz um vídeo da área da reparação automotiva onde ele se destaca pela grande competência: A elétrica. No vídeo em questão, é mostrado o funcionamento do relê dos faróis que, basicamente, é um relê tradicional mas com algumas peculiaridades existentes em virtude da necessidade do sistema de iluminação. Vocês aprenderão o funcionamento, como fazer testes caso a peça apresente anormalidades e, de quebra, como se ligar uma lâmpada caso o carro que você esteja trabalhando (isso independente de ser um VW a ar) não ter um soquete integrado para ela. Caso você não entenda o porque dos pinos do relê terem esses números como designação, eu escrevi um post há algum tempo que explica sobre o sistema elétrico do Fusca e as funções de cada pino de acordo com a norma DIN.
O relê é uma peça muito importante. Caso o sistema de iluminação esteja com algum defeito e você constatar que o relê está normal, é válido verificar a integridade do chicote, aterramentos, chaves, fusíveis e outros pequenos detalhes. A observação é um dos maiores critérios para se resolver um problema.
É um vídeo muito didático. Com certeza você entenderá perfeitamente. O Paulo Fernando é um cara muito gente fina, didático e super descontraído.
Veja:



Além de toda essa aula, deixo aqui para vocês mais um esquema do relê (sem sombra de dúvidas ele jamais superará o "esquema 3D" do vídeo, mas pode lhe ajudar também):



quinta-feira, 20 de julho de 2017

A história do Fusca usado na Antártida que venceu rali no deserto

É exatamente esse tipo de história que eu tenho muito gosto de ver, conhecer, ler e ainda ter o grande privilégio de replicar nesse blog que gosto tanto. Muitas vezes as pessoas duvidam da capacidade de um Fusca, mas a sua durabilidade e resistência as mais adversas condições são, sem dúvida, inquestionáveis. Se você já está me dando a honra da visita, não deixe de dar aquele like bacana na página do Facebook e de seguir o blog também. Desta maneira, você fica sabendo de tudo o que rola aqui no blog, visto que sempre há um post novo todos os dias. Os botões de curtir e seguir estão aqui a sua direita, bem rápidos e fáceis. Para seguir o blog é necessária apenas uma conta do Google, coisa que todo mundo tem hoje em dia. Além disso, a sua direita também há um botão para que você possa se inscrever em meu canal do Youtube, onde muitas novidades aparecerão em um futuro muito breve para somar com alguns vídeos que lá já existem. Clicando nesses botões e dando essa forcinha, você está prestigiando o blog de uma das melhores maneiras possíveis para que ele continue crescendo e mais pessoas possam conhecer todo o conteúdo que é postado aqui para todos aqueles que, assim como eu, são apaixonados pelo fantástico mundo do antigomobilismo com admiração pelo incrível universo dos Volkswagen refrigerados a ar.
Nesses quase seis anos de blog a gente já teve oportunidade de conhecer algumas histórias muito bacanas que contam com Fusquinhas em seu contexto. Já vimos Fuscas que rodaram muito, que foram ao Alasca, que viajaram ao Brasil e até carros que provaram a fidelidade aos seus donos depois de tantos anos rodando a base de simplicidade. No entanto, hoje eu quero mostrar a vocês uma história de muita valentia onde um Fusca dos anos 60 rodou sob regimes extremos e conseguiu cumprir a sua missão.
A matéria que vocês veem ao final do post vem lá do site da Revista Quatro Rodas. Eu já tinha lido esse artigo há algumas semanas, o salvei nos favoritos mas confesso que acabei me esquecendo de colocá-lo entre os conteúdos. Nele, vocês conhecerão a história de um Fusca 1962 que foi o carro escolhido para fazer uma expedição em um lugar, no mínimo, diferente: A Antártida. Pela valentia do carrinho, este foi carinhosamente apelidado de "Red Terror" (Ou terror vermelho, como queiram). Além de rodar alguns milhares de quilômetros na Antártida, esse carrinho ainda participou de um rally no deserto, local onde tem condições climáticas completamente diferentes. Logicamente alguns problemas ocorreram, mas nenhum deles impediu que o Fusquinha completasse o trajeto.
O artigo é copiado na íntegra e, como de costume, o link da fonte está ao final do post. A história é bastante divertida e a leitura é muito interessante.
Veja:

A história do Fusca usado na Antártida que venceu rali no deserto

Por anos o principal veículo da base da Austrália na Antártida foi um Fusca vermelho

(Por: Henrique Rodriguez em 04/01/2017 as 20:03)

Base australiana na Antártida recebeu Fusca com pouca preparação para encarar o frio (Australian Antarctic Division)

Por não usar água para refrigerar o motor, o Volkswagen Fusca poderia ir a qualquer lugar do mundo sem medo de ferver ou congelar. Prova disso é que ele fez história até mesmo na congelante Antártida, dando apoio a cientistas australianos.
O engenheiro Roy McMahon tinha 28 anos em 1962, quando foi escalado para liderar uma expedição australiana na base de Mawson, na Antártida. Para cortar custos, foi atrás da filial da Volkswagen no país e lhes pediu um Fusca.
Com motor e tração traseiros, o Fusca tinha o equilíbrio perfeito para a neve (Australian Antarctic Division)

A empresa percebeu que poderia fazer publicidade com isso e não só deu o carro para uso pela expedição, como também entregou 300 metros de película para que registrassem as aventuras do besouro no continente gelado e conjuntos de peças de reposição. 
Não seria a primeira vez que um carro colocaria suas rodas na Antártida. Houve duas tentativas no início do século XX, com um Arrol-Johnston 1907 que mal conseguia sair do lugar e um Austin 7 ano 1927. O problema é que ambos eram inúteis: não resistiam ao frio e quebravam constantemente. 
Chamado de “Red Terror”. Fusquinha era usado nos deslocamentos diários da expedição australiana (Australian Antarctic Division)

Apesar de ter sido fabricado no calor da Austrália, o Fusca vermelho entregue a expedição de McMahon recebeu as mesmas modificações dos carros que eram destinados a países muito frios, com direito a medidor de pressão de óleo, proteção de alumínio na tomada de ar do motor para evitar a entrada de neve, protetores nos coletores de admissão e pneus de inverno com corrente nas rodas traseiras.
Depois de três meses navegando, o Fusca desembarcou na base de Mawson, onde recebeu a placa “Antarctica 1”. Mas não demorou para receber o apelido “Red Terror” (ou Terror Vermelho em português), tamanha a competência para encarar as intempéries do continente.
Com corrente nas rodas traseiras, o Fusca era mais rápido que os veículos movidos por esteiras (Australian Antarctic Division)

Com óleo de baixa viscosidade no motor e um pouco de querosene misturada da gasolina para ajudar na lubrificação, o motor do Red Terror pegava com facilidade em temperaturas de até -38°C. O motor traseiro em cima do eixo de tração ainda garantia a distribuição de peso ideal para encarar a neve e o gelo: era bem mais rápido que os veículos com esteira usados na base, que mal passavam dos 8km/h.
Mas nem tudo era perfeito. O vento intenso fazia com que as portas se dobrassem a ponto de bater nos para-lamas dianteiros e o frio não foi capaz de evitar a clássica trinca do “chapéu de Napoleão”, parte do chassi onde o eixo dianteiro é fixado.
O Fusca em meio aos Pinguins Imperiais (Australian Antarctic Division)

Mesmo assim, o Red Terror era o veículo preferido dos 25 cientistas que trabalhavam na base australiana. Era usado tanto para levar passageiros ao aeroporto próximo da base como para ir a locais distantes para fazer medições do gelo. E foi assim que em três anos e meio o Fusca vermelho cereja percorreu respeitáveis 24.000 km.
Pode parecer pouco para quem dirige todos os dias, mas nenhuma viagem foi maior que 19 km (que levavam cerca de 50 minutos para serem percorridos). Além de mais rápido, era mais econômico que as outras alternativas disponíveis. 

“Red Terror” foi substituído por outro Fusca vermelho em 1964 (Australian Antarctic Division)

Depois de um ano e meio, o Red Terror voltou para a Austrália. Mas não teria sossego: dali a poucas semanas se sagrou campeão do BP Rally 1964, depois de percorrer 3.200 no Outback, o deserto australiano, em temperaturas completamente opostas às das enfrentadas meses antes.
Ainda em 1964 a Volkswagen enviou outro Fusca vermelho para a Antártida, que cumpriu serviço até 1967, quando caiu no mar após uma placa de gelo ceder.
Foram 24.000 km percorridos no gelo em um ano e meio (Australian Antarctic Division)

Apesar da importância histórica, o Red Terror foi esquecido. Em vez de ter ido parar em um museu depois do rali, simplesmente desapareceu: o último registro dele que se tem notícia é de 1966.

Fonte: Clique aqui!

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Um pedaço de 1976 em pleno 2017

Um dos grandes pontos positivos do universo do antigomobilismo é a diversidade que ele pode nos proporcionar. Tratando-se especialmente de um Fusquinha, é incrível como é possível se ver dois exemplares da mesma época, versão e ano de fabricação em estilos diferentes. Essa diversidade não promove um carro ou outro, mas mostra o quão interessantes são a originalidade e a gama de modificações que um carro pode oferecer. Se você já está me dando a honra da visita, não deixe de dar aquele like bacana na página do Facebook e de seguir o blog também. Desta maneira, você fica sabendo de tudo o que rola aqui no blog, visto que sempre há um post novo todos os dias. Os botões de curtir e seguir estão aqui a sua direita, bem rápidos e fáceis. Para seguir o blog é necessária apenas uma conta do Google, coisa que todo mundo tem hoje em dia. Além disso, a sua direita também há um botão para que você possa se inscrever em meu canal do Youtube, onde muitas novidades aparecerão em um futuro muito breve para somar com alguns vídeos que lá já existem. Clicando nesses botões e dando essa forcinha, você está prestigiando o blog de uma das melhores maneiras possíveis para que ele continue crescendo e mais pessoas possam conhecer todo o conteúdo que é postado aqui para todos aqueles que, assim como eu, são apaixonados pelo fantástico mundo do antigomobilismo com admiração pelo incrível universo dos Volkswagen refrigerados a ar.
Quem acessa o blog há mais tempo e/ou me conhece sabe que eu curto e muito carros originais. É claro que algumas modificações são bem vindas, mas para mim aquela essência de como o carro saiu de fábrica e o ar clássico que o carro pode oferecer com essas características me agradam bastante. Hoje nós teremos a oportunidade de conhecer mais um exemplar bastante original e teve seu registro feito por alguém muito competente no Youtube.
O vídeo que vocês veem ao final do post vem lá do canal do meu amigo Leandro Coelho. Nele, vocês conhecerão o maravilhoso Fusca 1976 1300/L do Arnaldo. Esse exemplar recém adquirido por seu proprietário, passará pelas mãos do Leandro para uma revisão bastante generosa. Em outras ocasiões eu já disse aqui o quando eu admiro o trabalho do Leandro, visto que seus vídeo trazem muita informação de forma simples, objetiva e bastante descontraída. O exemplar em questão tem uma ótima procedência e conta com um alto índice de originalidade.
Com certeza eu estarei ligado nessa revisão que aparecerá no canal do Leandro. O exemplar é fantástico, vocês verão.
Veja:


terça-feira, 18 de julho de 2017

É dia de Flash Trim

Algo que eu sempre costumo dizer é que todo o requinte de um projeto desempenhado em um carro clássico está no capricho nos detalhes que tornam o exemplar único. Quando se tem a pretensão de se colocar um acessório em um carro, independente da questão de gosto, o requinte é imprescindível para que o resultado seja positivo. Os exemplos de hoje tem requinte de sobra e podem ser parâmetros para você que curte esse acessório que é bastante popular na Austrália. Se você já está me dando a honra da visita, não deixe de dar aquele like bacana na página do Facebook e de seguir o blog também. Desta maneira, você fica sabendo de tudo o que rola aqui no blog, visto que sempre há um post novo todos os dias. Os botões de curtir e seguir estão aqui a sua direita, bem rápidos e fáceis. Para seguir o blog é necessária apenas uma conta do Google, coisa que todo mundo tem hoje em dia. Além disso, a sua direita também há um botão para que você possa se inscrever em meu canal do Youtube, onde muitas novidades aparecerão em um futuro muito breve para somar com alguns vídeos que lá já existem. Clicando nesses botões e dando essa forcinha, você está prestigiando o blog de uma das melhores maneiras possíveis para que ele continue crescendo e mais pessoas possam conhecer todo o conteúdo que é postado aqui para todos aqueles que, assim como eu, são apaixonados pelo fantástico mundo do antigomobilismo com admiração pelo incrível universo dos Volkswagen refrigerados a ar.
Existem algumas ocasiões que ficam marcadas na vida da gente quando lembramos de algo associado ao fato. Todas as vezes que alguém fala para mim dos Flash trim, eu sempre me recordo de duas ocasiões onde esse acessório apareceu aqui no blog e gerou vários comentários positivos, principalmente nas redes sociais. A primeira delas foi na ocasião que mostrei o Fusca do Daniel Cecílio, exemplar que possui esse acessório em uma cor que combina perfeitamente com a pintura do carro, e a segunda na apresentação do Fusca 1968 que pertenceu ao Pedro, este que tinha um flash trim caseiro na mesma cor das rodas. Pela boa aceitação daqueles conteúdos, hoje venho mais uma vez falar desse acessório tão conhecido ao redor do mundo.
As fotos que vocês veem ao final do post foram achadas por mim há alguns dias pelas pesquisas do Google. Nelas, aparecem vários Fuscas com flash trim instalado, ou seja, esse aplique lateral na altura do friso. Esse acessório é muito usado na Austrália e por esse motivo algumas pessoas o conhecem como "friso australiano". Eu já vi alguns Fuscas pessoalmente com essa característica, e acredito que pode combinar bastante com o carro desde que as cores escolhidas e os demais acessórios criem uma sintonia na estética como um todo.
São fotos de diversas partes do mundo com Fuscas lindíssimos. Apreciem sem moderação.
Veja:


















segunda-feira, 17 de julho de 2017

Um VW a ar que está mais raro a cada dia

Quando eu me deparei com esse vídeo nos meus sugeridos do Youtube, parei para pensar como é que, em meio a mais de 700 posts, eu nunca tinha falado desse carro que se tornou tão raro e que é tão interessante. Ainda que hoje ele não seja (e já fazem muitos anos) refrigerado a ar, com certeza carrega um pouco da essência do conjunto mecânico que foi responsável por consolidar a Volkswagen no mundo.  Se você já está me dando a honra da visita, não deixe de dar aquele like bacana na página do Facebook e de seguir o blog também. Desta maneira, você fica sabendo de tudo o que rola aqui no blog, visto que sempre há um post novo todos os dias. Os botões de curtir e seguir estão aqui a sua direita, bem rápidos e fáceis. Para seguir o blog é necessária apenas uma conta do Google, coisa que todo mundo tem hoje em dia. Além disso, a sua direita também há um botão para que você possa se inscrever em meu canal do Youtube, onde muitas novidades aparecerão em um futuro muito breve para somar com alguns vídeos que lá já existem. Clicando nesses botões e dando essa forcinha, você está prestigiando o blog de uma das melhores maneiras possíveis para que ele continue crescendo e mais pessoas possam conhecer todo o conteúdo que é postado aqui para todos aqueles que, assim como eu, são apaixonados pelo fantástico mundo do antigomobilismo com admiração pelo incrível universo dos Volkswagen refrigerados a ar.
Por diversas vezes aqui no blog eu já disse o quanto admiro a versatilidade de plataforma VW a ar. No entanto, hoje eu queria ser um pouco mais específico falando da versatilidade da mecânica aircooled da VW que, além de ter sido mantida em todos os modelos que nasceram da plataforma do Fusca, também foi adequada a modelos que tinham concepções de construções muito diferentes. Um exemplo excelente para evidenciar essa versatilidade foi o Gol BX. O Gol, como boa parte das pessoas sabem, nasceu portando o motor VW a ar herdado de nosso querido Fusquinha. Além dele, existiram as (hoje raríssimas) Saveiro BX, ou seja, Saveiros da linha quadrada com motor VW a ar. O mais legal é que a configuração desses carros era interessante: O motor era dianteiro e o câmbio foi adequado para essa necessidade.
As Saveiro BX, assim como as diesel são bem raras aqui no Brasil. Eu mesmo só vi uma ao vivo até hoje. Algumas delas com o passar dos anos foram convertidas para AP, mas ainda existem alguns exemplares com um alto nível de originalidade.
O vídeo que vocês veem ao final do post vem lá do canal do Willian Comercial no Youtube. Nele, Willian mostra de uma forma bastante breve sua recém adquirida Saveiro BX 1984. Segundo os comentários, ele comprou o carro para restaurar e, como aparece no vídeo, é um exemplar de bastante potencial. Algo interessante nesse carro em particular é o uso da carburação simples, muito comum nos primeiros Gol BX que utilizavam motor 1300.
Veja:


domingo, 16 de julho de 2017

Encontro de antigos no Pátio Cianê, Sorocaba - Julho de 2017

Hoje está acontecendo algo no blog que faz bastante tempo que não se faz necessário. Nesse domingo, excepcionalmente, o post está saindo uma hora e meia mais cedo, visto que eu tenho um compromisso especial na hora tradicional dos posts e, por esse motivo, o conteúdo é antecipado. Assim como o meu compromisso de mais tarde, o conteúdo desse post é bastante especial pelo fato de nos trazer mais um pouco de uma breve vivência que tive hoje com muita gente boa rodeada de carros clássicos, onde só surgem papos e parcerias muito produtivas. Se você já está me dando a honra da visita, não deixe de dar aquele like bacana na página do Facebook e de seguir o blog também. Desta maneira, você fica sabendo de tudo o que rola aqui no blog, visto que sempre há um post novo todos os dias. Os botões de curtir e seguir estão aqui a sua direita, bem rápidos e fáceis. Para seguir o blog é necessária apenas uma conta do Google, coisa que todo mundo tem hoje em dia. Além disso, a sua direita também há um botão para que você possa se inscrever em meu canal do Youtube, onde muitas novidades aparecerão em um futuro muito breve para somar com alguns vídeos que lá já existem. Clicando nesses botões e dando essa forcinha, você está prestigiando o blog de uma das melhores maneiras possíveis para que ele continue crescendo e mais pessoas possam conhecer todo o conteúdo que é postado aqui para todos aqueles que, assim como eu, são apaixonados pelo fantástico mundo do antigomobilismo com admiração pelo incrível universo dos Volkswagen refrigerados a ar.
Pois bem, hoje é dia 16 de julho de 2017. O terceiro domingo do mês. Como de costume, lá fui eu novamente ao Encontro de Clássicos que acontece mensalmente no Pátio Cianê, em Sorocaba. Esse evento é muito bacana por já ter uma galera muito assídua e típica do evento, além de sempre ter alguém novo trazendo o seu carro para prestigiar o encontro. Algo que me cativa muito nesse evento é a iniciativa que o move. Este evento é organizado e promovido pelo Opala Clube de Sorocaba que, mesmo sendo um clube voltado a um modelo (ou linha) clássico, permite a entrada de qualquer carro antigo para que a diversidade no meio antigomobilista seja difundida. Isso faz muita falta em um mundo que infelizmente traz muitos eventos absurdamente monótonos.
Essa edição em especial trouxe muitos exemplares bacanas, com destaque aos Opalas, Dodges e Fords. Haviam vários. Além disso, vários exemplares refrigerados a ar estavam lá prestigiando o evento. Como de costume, postarei as fotos na sequência que foram tiradas e colocarei descrições no que precisar.
Veja:

















Fusca do Ailton, nosso velho conhecido aqui do blog.









Esse foi um dos primeiros carros que eu fui dar uma olhada ao chegar no evento. O que mais me chamou a atenção foi a placa de vende-se. Ao lê-la, vi que se tratava de mais um exemplar maravilhosamente preparado pelo Caco, um verdadeiro artista no universo VW a ar que já teve seus carros mostrados aqui em outras ocasiões.




Aí está o "Maria Mole", o Fusca do Roberto que é responsável pela página do Facebook "Apaixonado pelo Fusca", que a partir de hoje integra a lista de parceiros aqui no blog.












Fusca do David, um exemplar que já apareceu em vários outros eventos.





















Eu confesso a vocês que tirei poucas fotos em relação de tudo o que foi o evento. A grande realidade é que eu fiquei conversando boa parte do tempo com tanta gente boa que estava por lá. Esse post também está sendo escrito um pouco as pressas, visto que eu estou realmente em cima da hora. Mas fica aqui o registro. Ficam também o meu agradecimento a toda a organização do evento (Em especial do Opala Clube de Sorocaba) e a todos os amigos que tornaram esse evento possível.
Muito obrigado a todos!