Agora são quase 16h e, como já estou com um pé nas férias, consigo preparar com um pouco mais de antecedência os vários conteúdos que estão por vir aqui no blog. Hoje mesmo pela manhã eu já montei um que aparecerá nos próximos dias (talvez até amanhã). Para hoje, fica um flagra de um amigo que me mandou há alguns dias atrás e, pela correria, só estou conseguindo postar nessa quarta feira. Se você já está me dando a honra da visita, não deixe de dar aquele like bacana na página do Facebook e de seguir o blog também. Desta maneira, você fica sabendo de tudo o que rola aqui no blog, visto que sempre há um post novo todos os dias. Os botões de curtir e seguir estão aqui a sua direita, bem rápidos e fáceis. Para seguir o blog é necessária apenas uma conta do Google, coisa que todo mundo tem hoje em dia. Além disso, a sua direita também há um botão para que você possa se inscrever em meu canal do Youtube, onde muitas novidades aparecerão em um futuro muito breve para somar com alguns vídeos que lá já existem, visto que já apareceram os primeiros vídeos voltados aos carros antigos. Clicando nesses botões e dando essa forcinha, você está prestigiando o blog de uma das melhores maneiras possíveis para que ele continue crescendo e mais pessoas possam conhecer todo o conteúdo que é postado aqui para todos aqueles que, assim como eu, são apaixonados pelo fantástico mundo do antigomobilismo com admiração pelo incrível universo dos Volkswagen refrigerados a ar.
Com o passar dos anos e com o grande crescimento da internet, muitas pessoas conseguem debater inúmeros assuntos voltados ao mundo automotivo expondo suas opiniões. Isso é, sem dúvidas, extremamente benéfico visto que existem muitos apaixonados por carro por aí. No entanto, muita gente é tão apaixonada por um determinado modelo de carro que muitas vezes fica cego diante de seus pontos fracos ou limitações. Deixando um pouco a emoção e a paixão que tenho pelos Fusquinhas de lado, sabemos que em meio a todas as suas qualidades, o projeto conta com várias limitações. Mas a grande realidade é que várias dessas limitações foram, ao menos, contornadas pela Volkswagen na época que o exemplar a ser mostrado hoje foi produzido.
As fotos que vocês veem ao final do post me foram enviadas há alguns dias pelo meu amigo Guilherme. Quem acessa o blog há mais tempo deve se lembrar dos dois carros dele que eu já tive o privilégio de postar, um Fusca 1980 que foi praticamente inteiro restaurado em casa e também um Fusca 1968 que é praticamente uma herança. Ambos os carros muito bacanas e de grande potencial. Dessa vez, o Guilherme me mandou as fotos desse simpático Fusca 1986 que estava estacionado em uma das ruas próximas a casa dele. Se observa que o carro está muito íntegro e bastante original. Como as placas ainda são do modelo antigo (primeiro em emplacamento cinza), presumo que seja do mesmo proprietário há alguns bons anos. Os anos 80 foram de ouro para os Fuscas no que diz respeito a melhorias no projeto. Motor, suspensão, freios e até mesmo o conforto foram e muito melhorados em relação aos modelos mais antigos. Isso é algo que eu já disse até de formas mais detalhadas em outros posts inclusive.
Bom, o carro dispensa quaisquer comentários. Apreciem sem moderação.
Quero agradecer ao Guilherme por enviar as fotos!
Veja:
Ignição eletrônica no distribuidor original
quarta-feira, 13 de dezembro de 2017
terça-feira, 12 de dezembro de 2017
Ligando o som em 1972
Por algumas vezes aqui no blog eu já disse que as publicidades do passado eram um tanto divertidas perto das atuais. Como naquela época não havia internet, os publicitários davam o máximo para trazer toda a interação que se consegue por meio de uma animação online dos dias atuais para uma página de jornal ou revista. O conteúdo do post de hoje mostra isso de uma forma extremamente clara. Se você já está me dando a honra da visita, não deixe de dar aquele like bacana na página do Facebook e de seguir o blog também. Desta maneira, você fica sabendo de tudo o que rola aqui no blog, visto que sempre há um post novo todos os dias. Os botões de curtir e seguir estão aqui a sua direita, bem rápidos e fáceis. Para seguir o blog é necessária apenas uma conta do Google, coisa que todo mundo tem hoje em dia. Além disso, a sua direita também há um botão para que você possa se inscrever em meu canal do Youtube, onde muitas novidades aparecerão em um futuro muito breve para somar com alguns vídeos que lá já existem, visto que já apareceram os primeiros vídeos voltados aos carros antigos. Clicando nesses botões e dando essa forcinha, você está prestigiando o blog de uma das melhores maneiras possíveis para que ele continue crescendo e mais pessoas possam conhecer todo o conteúdo que é postado aqui para todos aqueles que, assim como eu, são apaixonados pelo fantástico mundo do antigomobilismo com admiração pelo incrível universo dos Volkswagen refrigerados a ar.
Hoje, ao dirigir pela manhã, estava observando o quão interativa pode ser a sonorização de um carro atual. Com simples toques se muda de estação, de função, volume e inúmeros outros "acessórios" que um rádio pode ter. Além disso, a qualidade do som tem sido cada vez melhor (eu simplesmente adoro os graves do som do Sentra, são extremamente agradáveis) e nos faz gostar de ouvir uma música bacana no carro. Pois bem, ainda que os rádios antigos não oferecessem tantas funções e alta qualidade nas frequências que produziam, com certeza conseguiam ser divertidos por suas peculiaridades.
A propaganda que vocês veem ao final do post foi salva por mim de um blog muito bacana chamado "In VW air cooled we trust" que, ainda que use do Inglês para expressar o nome, é brasileiro. A imagem de hoje vem, mais precisamente, desse link que eu recomendo fortemente o acesso. Nela, é mostrada a linha Blaupunkt de rádios para 1972, destacando todos os novos (ou renovados) modelos. Todos AM e sem muitas funções, mas que fazem a alegria até hoje de qualquer dono de um clássico que conte com um desse instalado. Tem até um com a moldura própria para Variant e seus "irmãos".
Veja:
Hoje, ao dirigir pela manhã, estava observando o quão interativa pode ser a sonorização de um carro atual. Com simples toques se muda de estação, de função, volume e inúmeros outros "acessórios" que um rádio pode ter. Além disso, a qualidade do som tem sido cada vez melhor (eu simplesmente adoro os graves do som do Sentra, são extremamente agradáveis) e nos faz gostar de ouvir uma música bacana no carro. Pois bem, ainda que os rádios antigos não oferecessem tantas funções e alta qualidade nas frequências que produziam, com certeza conseguiam ser divertidos por suas peculiaridades.
A propaganda que vocês veem ao final do post foi salva por mim de um blog muito bacana chamado "In VW air cooled we trust" que, ainda que use do Inglês para expressar o nome, é brasileiro. A imagem de hoje vem, mais precisamente, desse link que eu recomendo fortemente o acesso. Nela, é mostrada a linha Blaupunkt de rádios para 1972, destacando todos os novos (ou renovados) modelos. Todos AM e sem muitas funções, mas que fazem a alegria até hoje de qualquer dono de um clássico que conte com um desse instalado. Tem até um com a moldura própria para Variant e seus "irmãos".
Veja:
segunda-feira, 11 de dezembro de 2017
Fusca 1962: Um flagra feito no passado
Achar essas fotos antigas junto com vários materiais do antigo blog foi simplesmente maravilhoso. Por muito tempo eu quis postar esse Fusca aqui no blog mas nem imaginava onde as fotos estavam. Ainda que eu não tenha muitas informações sobre o carro, as poucas serão passadas aqui junto com as minhas lembranças das fotos. Se você já está me dando a honra da visita, não deixe de dar aquele like bacana na página do Facebook e de seguir o blog também. Desta maneira, você fica sabendo de tudo o que rola aqui no blog, visto que sempre há um post novo todos os dias. Os botões de curtir e seguir estão aqui a sua direita, bem rápidos e fáceis. Para seguir o blog é necessária apenas uma conta do Google, coisa que todo mundo tem hoje em dia. Além disso, a sua direita também há um botão para que você possa se inscrever em meu canal do Youtube, onde muitas novidades aparecerão em um futuro muito breve para somar com alguns vídeos que lá já existem, visto que já apareceram os primeiros vídeos voltados aos carros antigos. Clicando nesses botões e dando essa forcinha, você está prestigiando o blog de uma das melhores maneiras possíveis para que ele continue crescendo e mais pessoas possam conhecer todo o conteúdo que é postado aqui para todos aqueles que, assim como eu, são apaixonados pelo fantástico mundo do antigomobilismo com admiração pelo incrível universo dos Volkswagen refrigerados a ar.
Quem me conhece há um pouco mais de tempo (inclusive de antes do blog) sabe que eu sempre curti Fuscas e que sempre gostei de fotografá-los. No antigo blog que tive, muitos flagras (com certeza não tantos como os que já existem por aqui) interessantes aconteceram, e eu vejo como uma grande oportunidade poder publicá-los novamente neste endereço que já se consolidou.
As fotos que vocês veem ao final do post foram tiradas por mim há, aproximadamente, 6 ou 7 anos, uma época onde fotografei muitos VW. Elas foram tiradas na cidade de Paraíba do Sul, no interior do Rio de Janeiro. A família da minha mãe é toda de lá e, desde a infância, sempre ia a cidade duas ou três vezes ao ano. A grande realidade é que naquele lugar existe Fusca "de baciada", aos montes. E nessas viagens eu pude fotografar muitos deles. No início desse ano minha avó (que era o principal motivo de me deslocar para tão longe) partiu e desde então nunca mais voltei. Eu tenho muito apreço por todo o povo de lá assim como pela minha família. Inclusive o primeiro e único Fusca que dirigi foi lá, um Fuscão 1500 1972 azul diamante que está com minha prima até hoje. Bom, já me estendi muito nessa história, vamos ao que interessa: Eu me recordo que meu pai e eu encontramos esse Fusquinha 1962 que vocês veem nas fotos no bairro que minha avó morava. Seus proprietários eram (ou são, acredito) Wellington e Cleiton, que aparecem nas fotos. Ao observar as fotos, observa-se que o carro ainda tem muitos detalhes originais, como o tanque alto, o "nariz de bruxa" e vários outras peças. Com o passar dos anos, o carrinho recebeu várias mudanças. Confesso a vocês que não me lembro (e já tentei puxar e muito pela memória) se o Fusca ainda era 1200, mas lembro que foi um carro muito legal de ser visto pessoalmente.
É uma grande prova de que existem muitos Fuscas legais e de muito potencial andando por aí.
Veja:
Quem me conhece há um pouco mais de tempo (inclusive de antes do blog) sabe que eu sempre curti Fuscas e que sempre gostei de fotografá-los. No antigo blog que tive, muitos flagras (com certeza não tantos como os que já existem por aqui) interessantes aconteceram, e eu vejo como uma grande oportunidade poder publicá-los novamente neste endereço que já se consolidou.
As fotos que vocês veem ao final do post foram tiradas por mim há, aproximadamente, 6 ou 7 anos, uma época onde fotografei muitos VW. Elas foram tiradas na cidade de Paraíba do Sul, no interior do Rio de Janeiro. A família da minha mãe é toda de lá e, desde a infância, sempre ia a cidade duas ou três vezes ao ano. A grande realidade é que naquele lugar existe Fusca "de baciada", aos montes. E nessas viagens eu pude fotografar muitos deles. No início desse ano minha avó (que era o principal motivo de me deslocar para tão longe) partiu e desde então nunca mais voltei. Eu tenho muito apreço por todo o povo de lá assim como pela minha família. Inclusive o primeiro e único Fusca que dirigi foi lá, um Fuscão 1500 1972 azul diamante que está com minha prima até hoje. Bom, já me estendi muito nessa história, vamos ao que interessa: Eu me recordo que meu pai e eu encontramos esse Fusquinha 1962 que vocês veem nas fotos no bairro que minha avó morava. Seus proprietários eram (ou são, acredito) Wellington e Cleiton, que aparecem nas fotos. Ao observar as fotos, observa-se que o carro ainda tem muitos detalhes originais, como o tanque alto, o "nariz de bruxa" e vários outras peças. Com o passar dos anos, o carrinho recebeu várias mudanças. Confesso a vocês que não me lembro (e já tentei puxar e muito pela memória) se o Fusca ainda era 1200, mas lembro que foi um carro muito legal de ser visto pessoalmente.
É uma grande prova de que existem muitos Fuscas legais e de muito potencial andando por aí.
Veja:
domingo, 10 de dezembro de 2017
Uma voltinha a bordo de um ícone de fibra
As coisas andaram tão corridas nos últimos dois dias que nem tempo de aparecer aqui no blog eu tinha. Prometo a vocês que nas próximas semanas aparecerá muito conteúdo bacana que eu tenho guardado aqui, o que compensará todas as minhas ausências. O carro a ser mostrado hoje é mais uma prova de que o conjunto mecânico VW a ar é dono de uma versatilidade ímpar. Se você já está me dando a honra da visita, não deixe de dar aquele like bacana na página do Facebook e de seguir o blog também. Desta maneira, você fica sabendo de tudo o que rola aqui no blog, visto que sempre há um post novo todos os dias. Os botões de curtir e seguir estão aqui a sua direita, bem rápidos e fáceis. Para seguir o blog é necessária apenas uma conta do Google, coisa que todo mundo tem hoje em dia. Além disso, a sua direita também há um botão para que você possa se inscrever em meu canal do Youtube, onde muitas novidades aparecerão em um futuro muito breve para somar com alguns vídeos que lá já existem, visto que já apareceram os primeiros vídeos voltados aos carros antigos. Clicando nesses botões e dando essa forcinha, você está prestigiando o blog de uma das melhores maneiras possíveis para que ele continue crescendo e mais pessoas possam conhecer todo o conteúdo que é postado aqui para todos aqueles que, assim como eu, são apaixonados pelo fantástico mundo do antigomobilismo com admiração pelo incrível universo dos Volkswagen refrigerados a ar.
Quando vejo carros como o que aparece ao final do post de hoje, me recordo de um tempo (7 anos para ser mais exato) que morei numa cidade pequena e que andava bastante por estradas de terra. Nesses lugares eu dirigi muito e peguei algumas manhas a mais para andar em terrenos mais difíceis de tocar. Naquelas ocasiões, percebi o quanto uma tração 4x4, uma reduzida e um bloqueio de diferencial (algo extremamente engenhoso independente da configuração que seja montado ou que funcione) fazem em pontos que é necessário muito braço para passar. Pois bem, o carro de hoje não é um 4x4, mas faz muito bonito fora do asfalto.
O vídeo que vocês veem ao final do post vem lá do canal do Bellote no Youtube. Falar do Bellote é "chover no molhado", visto que o trabalho dele é de grande qualidade e sempre traz novidades aos seus inscritos. Além disso, as novas tecnologias de carros atuais são enfatizadas sem ofuscar todo o charme que um carro antigo pode ter. Neste vídeo, o Bellote mostra um maravilhoso Gurgel Tocantins. O exemplar mostrado está em um estado excepcional e o modelo, que já teve um post dedicado aqui no blog, conta com a mecânica que tanto gostamos: A do Fusca. Algo bastante interessante é que a configuração usada de fábrica era um pouco diferente do que se via nos Fuscas da época: Motor 1600 com carburação simples (os Fusquinhas dos anos 80 e 90 já usavam dupla, essa configuração foi bastante comum nas primeiras Brasílias, alguns Karmann Ghia 1600 e também alguns VW 1600, o famoso "Zé do caixão") com o câmbio com relação 8X35 de diferencial, usado originalmente nos Fuscas 1300. Isso fazia que o carrinho tivesse a resposta necessária em terrenos difíceis e uma arrancada satisfatória. A grande realidade é que o câmbio 8x35 com motores um pouco maiores fica bem divertido. Além disso, o bloqueio manual por meio das alavancas vinculadas ao freio de mão é um show a parte idealizado por um dos homens mais inteligentes e, ao mesmo tempo, mais injustiçados da história de nossa indústria automobilística.
Veja:
Quando vejo carros como o que aparece ao final do post de hoje, me recordo de um tempo (7 anos para ser mais exato) que morei numa cidade pequena e que andava bastante por estradas de terra. Nesses lugares eu dirigi muito e peguei algumas manhas a mais para andar em terrenos mais difíceis de tocar. Naquelas ocasiões, percebi o quanto uma tração 4x4, uma reduzida e um bloqueio de diferencial (algo extremamente engenhoso independente da configuração que seja montado ou que funcione) fazem em pontos que é necessário muito braço para passar. Pois bem, o carro de hoje não é um 4x4, mas faz muito bonito fora do asfalto.
O vídeo que vocês veem ao final do post vem lá do canal do Bellote no Youtube. Falar do Bellote é "chover no molhado", visto que o trabalho dele é de grande qualidade e sempre traz novidades aos seus inscritos. Além disso, as novas tecnologias de carros atuais são enfatizadas sem ofuscar todo o charme que um carro antigo pode ter. Neste vídeo, o Bellote mostra um maravilhoso Gurgel Tocantins. O exemplar mostrado está em um estado excepcional e o modelo, que já teve um post dedicado aqui no blog, conta com a mecânica que tanto gostamos: A do Fusca. Algo bastante interessante é que a configuração usada de fábrica era um pouco diferente do que se via nos Fuscas da época: Motor 1600 com carburação simples (os Fusquinhas dos anos 80 e 90 já usavam dupla, essa configuração foi bastante comum nas primeiras Brasílias, alguns Karmann Ghia 1600 e também alguns VW 1600, o famoso "Zé do caixão") com o câmbio com relação 8X35 de diferencial, usado originalmente nos Fuscas 1300. Isso fazia que o carrinho tivesse a resposta necessária em terrenos difíceis e uma arrancada satisfatória. A grande realidade é que o câmbio 8x35 com motores um pouco maiores fica bem divertido. Além disso, o bloqueio manual por meio das alavancas vinculadas ao freio de mão é um show a parte idealizado por um dos homens mais inteligentes e, ao mesmo tempo, mais injustiçados da história de nossa indústria automobilística.
Veja:
quinta-feira, 7 de dezembro de 2017
Um Fusca 1978 anunciado há alguns anos
Nessa quinta feira começa uma nova etapa de posts aqui no blog que aparecerá em dias aleatórios juntamente com os conteúdos atuais. Dando uma olhada no meu HD externo, encontrei um backup da pasta do antigo blog que tive sobre VW a ar há alguns anos com vários conteúdos de posts, esse com certeza é o primeiro de muitos. Se você já está me dando a honra da visita, não deixe de dar aquele like bacana na página do Facebook e de seguir o blog também. Desta maneira, você fica sabendo de tudo o que rola aqui no blog, visto que sempre há um post novo todos os dias. Os botões de curtir e seguir estão aqui a sua direita, bem rápidos e fáceis. Para seguir o blog é necessária apenas uma conta do Google, coisa que todo mundo tem hoje em dia. Além disso, a sua direita também há um botão para que você possa se inscrever em meu canal do Youtube, onde muitas novidades aparecerão em um futuro muito breve para somar com alguns vídeos que lá já existem, visto que já apareceram os primeiros vídeos voltados aos carros antigos. Clicando nesses botões e dando essa forcinha, você está prestigiando o blog de uma das melhores maneiras possíveis para que ele continue crescendo e mais pessoas possam conhecer todo o conteúdo que é postado aqui para todos aqueles que, assim como eu, são apaixonados pelo fantástico mundo do antigomobilismo com admiração pelo incrível universo dos Volkswagen refrigerados a ar.
Olha, eu confesso aos amigos seguidores que sinceramente nem imaginava quanta coisa eu tinha guardada nesse HD externo. Sem dúvidas muitos carros bacanas que foram fotografados por mim no passado (muitas vezes até de uma forma bem mais limitada em relação as hoje) poderão aparecer aqui no blog em outros tempos. O clássico a ser mostrado no dia de hoje com certeza merece toda a nossa admiração.
A história do carro que aparece nas fotos ao final do post é muito interessante. Há mais ou menos seis ou sete anos atrás, meu pai foi a São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, ver um carro a venda em uma agência chamada Gobbi Automóveis. Nessa visita dele a agência, notou um Fusca no estoque em um excelente estado. Naquela ocasião, meu pai falou do blog para um responsável da empresa e ele permitiu que eu salvasse as fotos do anúncio do Webmotors para postar aqui no blog. O Fusquinha é um 1300/L ano 1978, a cor parece ser bege alabastro, clássica dos anos 70. É um carro bastante original e íntegro, tanto que ficou muito pouco tempo a venda por lá.
Hoje em dia eu nem imagino onde esse carro esteja, mas torço muito que esteja dando muitas alegrias ao seu dono atual. Conheça o carrinho por meio de algumas imagens.
Veja:
Olha, eu confesso aos amigos seguidores que sinceramente nem imaginava quanta coisa eu tinha guardada nesse HD externo. Sem dúvidas muitos carros bacanas que foram fotografados por mim no passado (muitas vezes até de uma forma bem mais limitada em relação as hoje) poderão aparecer aqui no blog em outros tempos. O clássico a ser mostrado no dia de hoje com certeza merece toda a nossa admiração.
A história do carro que aparece nas fotos ao final do post é muito interessante. Há mais ou menos seis ou sete anos atrás, meu pai foi a São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, ver um carro a venda em uma agência chamada Gobbi Automóveis. Nessa visita dele a agência, notou um Fusca no estoque em um excelente estado. Naquela ocasião, meu pai falou do blog para um responsável da empresa e ele permitiu que eu salvasse as fotos do anúncio do Webmotors para postar aqui no blog. O Fusquinha é um 1300/L ano 1978, a cor parece ser bege alabastro, clássica dos anos 70. É um carro bastante original e íntegro, tanto que ficou muito pouco tempo a venda por lá.
Hoje em dia eu nem imagino onde esse carro esteja, mas torço muito que esteja dando muitas alegrias ao seu dono atual. Conheça o carrinho por meio de algumas imagens.
Veja:
quarta-feira, 6 de dezembro de 2017
Propaganda dos bancos Procar e outros acessórios
Já fazia algum tempo que eu não trazia nenhuma propaganda para vocês, mas por acaso eu encontrei essa aqui salva no meu PC e resolvi postá-la hoje de modo que lembrássemos o quanto também eram interessantes os acessórios automotivos no passado. Uma novidade (que na verdade não é tão novidade assim...) é que nesta tarde "revirando" alguns arquivos encontrei muito conteúdo bacana e que vocês com certeza gostarão muito. Se você já está me dando a honra da visita, não deixe de dar aquele like bacana na página do Facebook e de seguir o blog também. Desta maneira, você fica sabendo de tudo o que rola aqui no blog, visto que sempre há um post novo todos os dias. Os botões de curtir e seguir estão aqui a sua direita, bem rápidos e fáceis. Para seguir o blog é necessária apenas uma conta do Google, coisa que todo mundo tem hoje em dia. Além disso, a sua direita também há um botão para que você possa se inscrever em meu canal do Youtube, onde muitas novidades aparecerão em um futuro muito breve para somar com alguns vídeos que lá já existem, visto que já apareceram os primeiros vídeos voltados aos carros antigos. Clicando nesses botões e dando essa forcinha, você está prestigiando o blog de uma das melhores maneiras possíveis para que ele continue crescendo e mais pessoas possam conhecer todo o conteúdo que é postado aqui para todos aqueles que, assim como eu, são apaixonados pelo fantástico mundo do antigomobilismo com admiração pelo incrível universo dos Volkswagen refrigerados a ar.
Quando vou aos encontros de carros antigos é inevitável conversar com todos os amigos que lá estão. Nesses papos, ainda que os modelos de carros sejam o nosso principal assunto, sempre existe aquele pequeno detalhe de um carro que nos chama a atenção. Em um desses últimos eventos que estive, um assunto que estava sendo bastante debatido é o dos bancos do Fusca. A grande realidade é que, ainda que os bancos baixos sejam maravilhosamente lindos e harmonizem muito bem com o interior do Fusca, eles podem cansar nossas costas depois de rodar por muito tempo. Por esse motivo, existem muitos Fuscas rodando por aí com bancos de outros carros ou até mesmo bancos que eram oferecidos no mercado de acessórios. Com certeza existiam muitos, mas a propaganda de hoje mostra aquele que foi, sem dúvidas, o mais vendido.
A propaganda que vocês veem ao final do post foi salva por mim e estava salva no meu PC há muito tempo. Eu sinceramente nem me lembrava mais dela na pasta, ainda que seja extremamente interessante. Aliás, caso a pessoa que a postou pela primeira vez na internet estiver lendo esse post, se manifeste que coloco os devidos créditos aqui. Nela, é feita a divulgação de alguns produtos comercializados pela loja Hermes Macedo, que mostram os bancos Procar juntamente com vários acessórios de som, tema que também tem um post por vir.
Nostálgico!
Veja:
Quando vou aos encontros de carros antigos é inevitável conversar com todos os amigos que lá estão. Nesses papos, ainda que os modelos de carros sejam o nosso principal assunto, sempre existe aquele pequeno detalhe de um carro que nos chama a atenção. Em um desses últimos eventos que estive, um assunto que estava sendo bastante debatido é o dos bancos do Fusca. A grande realidade é que, ainda que os bancos baixos sejam maravilhosamente lindos e harmonizem muito bem com o interior do Fusca, eles podem cansar nossas costas depois de rodar por muito tempo. Por esse motivo, existem muitos Fuscas rodando por aí com bancos de outros carros ou até mesmo bancos que eram oferecidos no mercado de acessórios. Com certeza existiam muitos, mas a propaganda de hoje mostra aquele que foi, sem dúvidas, o mais vendido.
A propaganda que vocês veem ao final do post foi salva por mim e estava salva no meu PC há muito tempo. Eu sinceramente nem me lembrava mais dela na pasta, ainda que seja extremamente interessante. Aliás, caso a pessoa que a postou pela primeira vez na internet estiver lendo esse post, se manifeste que coloco os devidos créditos aqui. Nela, é feita a divulgação de alguns produtos comercializados pela loja Hermes Macedo, que mostram os bancos Procar juntamente com vários acessórios de som, tema que também tem um post por vir.
Nostálgico!
Veja:
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
É dia de Verde Caribe
Na tarde de hoje em um dos poucos momentos que não estava fazendo nada, fiquei pensando em qual dos conteúdos que poderia postar na noite dessa terça feira. A resposta me veio rápida ao ver um Fusca verde Caribe no trânsito voltando para casa. Infelizmente não deu tempo de tirar foto, mas com certeza vale mostrar um pouco dessa cor que é mais do que clássica. Se você já está me dando a honra da visita, não deixe de dar aquele like bacana na página do Facebook e de seguir o blog também. Desta maneira, você fica sabendo de tudo o que rola aqui no blog, visto que sempre há um post novo todos os dias. Os botões de curtir e seguir estão aqui a sua direita, bem rápidos e fáceis. Para seguir o blog é necessária apenas uma conta do Google, coisa que todo mundo tem hoje em dia. Além disso, a sua direita também há um botão para que você possa se inscrever em meu canal do Youtube, onde muitas novidades aparecerão em um futuro muito breve para somar com alguns vídeos que lá já existem, visto que já apareceram os primeiros vídeos voltados aos carros antigos. Clicando nesses botões e dando essa forcinha, você está prestigiando o blog de uma das melhores maneiras possíveis para que ele continue crescendo e mais pessoas possam conhecer todo o conteúdo que é postado aqui para todos aqueles que, assim como eu, são apaixonados pelo fantástico mundo do antigomobilismo com admiração pelo incrível universo dos Volkswagen refrigerados a ar.
Nas últimas semanas quem tem acompanhado o blog sabe que eu tenho feito alguns posts tratando das cores do catálogo da Volkswagen quando ainda produzia carros refrigerados a ar. Muitas das cores mais impactantes já apareceram por aqui, mas ainda existem várias que podem ser exploradas por meio de fotos. Pois bem, hoje é mais um dia de mostrar uma cor que todo mundo já viu um Fusca pintado.
As fotos que vocês veem ao final do post (que até o exato momento eu nem imagino quais sejam) mostram Fuscas ou derivados na clássica cor Verde Caribe (L1768), disponível para o Fusca e para a Kombi entre 1967 e 1968.
Todas as imagens são de carros já postados ou que fotografei nos eventos.
Veja:
Nas últimas semanas quem tem acompanhado o blog sabe que eu tenho feito alguns posts tratando das cores do catálogo da Volkswagen quando ainda produzia carros refrigerados a ar. Muitas das cores mais impactantes já apareceram por aqui, mas ainda existem várias que podem ser exploradas por meio de fotos. Pois bem, hoje é mais um dia de mostrar uma cor que todo mundo já viu um Fusca pintado.
As fotos que vocês veem ao final do post (que até o exato momento eu nem imagino quais sejam) mostram Fuscas ou derivados na clássica cor Verde Caribe (L1768), disponível para o Fusca e para a Kombi entre 1967 e 1968.
Todas as imagens são de carros já postados ou que fotografei nos eventos.
Veja:
segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
Revisão e reparo na caixa de marchas do Gol BX
Eu adoro vídeos dinâmicos que mostram procedimentos mecânicos. Quem acessa o blog há mais tempo sabe o quanto eu gosto de poder trazer vídeos de amigos que mostrem algum conserto de maneira didática e que transmitam o conhecimento da maneira mais clara, humilde e simples possível. Pois bem, o material do vídeo de hoje trata de um tema que eu particularmente gostaria muito de aprender mais e com certeza esse vídeo me fez ganhar um grande conhecimento. Se você já está me dando a honra da visita, não deixe de dar aquele like bacana na página do Facebook e de seguir o blog também. Desta maneira, você fica sabendo de tudo o que rola aqui no blog, visto que sempre há um post novo todos os dias. Os botões de curtir e seguir estão aqui a sua direita, bem rápidos e fáceis. Para seguir o blog é necessária apenas uma conta do Google, coisa que todo mundo tem hoje em dia. Além disso, a sua direita também há um botão para que você possa se inscrever em meu canal do Youtube, onde muitas novidades aparecerão em um futuro muito breve para somar com alguns vídeos que lá já existem, visto que já apareceram os primeiros vídeos voltados aos carros antigos. Clicando nesses botões e dando essa forcinha, você está prestigiando o blog de uma das melhores maneiras possíveis para que ele continue crescendo e mais pessoas possam conhecer todo o conteúdo que é postado aqui para todos aqueles que, assim como eu, são apaixonados pelo fantástico mundo do antigomobilismo com admiração pelo incrível universo dos Volkswagen refrigerados a ar.
Por diversas vezes aqui no blog eu já tive o prazer de mostrar vídeos ou imagens de procedimentos feitos em motores, suspensões e freios. No entanto, nesses quase 850 posts nunca consegui um conteúdo breve e rico em informações que falassem de transmissão. Com certeza essa área da manutenção é mais complexa que a regulagem de um motor, por exemplo, mas pode ser sim explicada com muita naturalidade.
O vídeo que aparece ao final do post vem lá do canal do Youtube do meu amigo Paulo Fernando, conhecido popularmente como o Carrasco de Mesquita. Esse cara é um carioca muitíssimo gente boa e um excelente profissional na reparação, com uma bela de uma especialização na parte elétrica, como os amigos já viram em outros posts aqui. Desta vez, o Paulo Fernando juntamente com o Rafael, seu amigo, fizeram a desmontagem, troca de garfos, rolamentos e também a regulagem completa da caixa de marchas do seu Gol BX, que vem passando por inúmeros serviços bacanas. Este vídeo ficou dinâmico e super didático, não poderia deixar de postar aqui.
O detalhe da posição da caixa de satélite (lado da montagem) é imprescindível para que seu carro ande para frente quando você engatar a primeira marcha. A montagem é extremamente parecida com a caixa de um Fusca, por exemplo, com apenas algumas alterações.
A amizade mostrada no vídeo (juntamente com o lado ultra raiz da mecânica) nos mostra, mais uma vez, que quem tem amigos, tem tudo.
Veja:
Por diversas vezes aqui no blog eu já tive o prazer de mostrar vídeos ou imagens de procedimentos feitos em motores, suspensões e freios. No entanto, nesses quase 850 posts nunca consegui um conteúdo breve e rico em informações que falassem de transmissão. Com certeza essa área da manutenção é mais complexa que a regulagem de um motor, por exemplo, mas pode ser sim explicada com muita naturalidade.
O vídeo que aparece ao final do post vem lá do canal do Youtube do meu amigo Paulo Fernando, conhecido popularmente como o Carrasco de Mesquita. Esse cara é um carioca muitíssimo gente boa e um excelente profissional na reparação, com uma bela de uma especialização na parte elétrica, como os amigos já viram em outros posts aqui. Desta vez, o Paulo Fernando juntamente com o Rafael, seu amigo, fizeram a desmontagem, troca de garfos, rolamentos e também a regulagem completa da caixa de marchas do seu Gol BX, que vem passando por inúmeros serviços bacanas. Este vídeo ficou dinâmico e super didático, não poderia deixar de postar aqui.
O detalhe da posição da caixa de satélite (lado da montagem) é imprescindível para que seu carro ande para frente quando você engatar a primeira marcha. A montagem é extremamente parecida com a caixa de um Fusca, por exemplo, com apenas algumas alterações.
A amizade mostrada no vídeo (juntamente com o lado ultra raiz da mecânica) nos mostra, mais uma vez, que quem tem amigos, tem tudo.
Veja:
domingo, 3 de dezembro de 2017
Dupla de cariocas se aventura rumo ao Alasca a bordo de um Fusca 1967
Acredito eu que todo mundo que realmente goste de carros e principalmente de dirigir deve gostar de viajar tanto quanto eu. Pegar estrada, respirar novos ares e aprender alguma coisa a cada quilômetro rodado por aí é sempre maravilhoso. No entanto, viagens muitas vezes exigem um pouco mais de coragem daqueles que tem um percurso a seguir, coisa que não faltou nos personagens do post de hoje. Se você já está me dando a honra da visita, não deixe de dar aquele like bacana na página do Facebook e de seguir o blog também. Desta maneira, você fica sabendo de tudo o que rola aqui no blog, visto que sempre há um post novo todos os dias. Os botões de curtir e seguir estão aqui a sua direita, bem rápidos e fáceis. Para seguir o blog é necessária apenas uma conta do Google, coisa que todo mundo tem hoje em dia. Além disso, a sua direita também há um botão para que você possa se inscrever em meu canal do Youtube, onde muitas novidades aparecerão em um futuro muito breve para somar com alguns vídeos que lá já existem, visto que já apareceram os primeiros vídeos voltados aos carros antigos. Clicando nesses botões e dando essa forcinha, você está prestigiando o blog de uma das melhores maneiras possíveis para que ele continue crescendo e mais pessoas possam conhecer todo o conteúdo que é postado aqui para todos aqueles que, assim como eu, são apaixonados pelo fantástico mundo do antigomobilismo com admiração pelo incrível universo dos Volkswagen refrigerados a ar.
Nesses quase cinco anos de blog (rapaz, o que será que eu vou postar no aniversário do blog? nem imagino) várias publicações voltadas a viagens de Fuscas ou de carros clássicos na estrada já apareceram. A grande realidade é que eu curti todos esses posts e não poderia deixar de escrever mais um com um exemplo de muita coragem.
A matéria que vocês veem ao final do post vem lá do Jornal O Globo e foi publicada há praticamente um mês. Nela, é contada a história dos cariocas Mateus Galvão e Igor Ferreira, dois amigos que compraram um charmoso Fusca 1967 verde caribe com a ideia de sair do RJ e ir até o Alasca. Ainda que a empreitada não seja fácil, eles toparam o desafio e ainda estão viajando. O Fusquinha se mostrou muito robusto até então. A única coisa que eu não teria feito é a instalação de uma ignição eletrônica, visto que se algum problema aparecesse, não seria tão simples de se resolver no meio do nada em relação ao platinado. Para se ter uma ideia, a própria ignição apresentou problemas. Na realidade a culpa não é do sistema, mas infelizmente a qualidade desses kits caiu muito com o passar dos anos.
É uma pena que agora os dois cariocas precisem de patrocínio, coisa que eu acredito não ser difícil pela magnitude do projeto. Sigam os caras no Instagram e prestigiem o trabalho deles.
A fonte, como de costume, está ao final do post.
Veja:
Nesses quase cinco anos de blog (rapaz, o que será que eu vou postar no aniversário do blog? nem imagino) várias publicações voltadas a viagens de Fuscas ou de carros clássicos na estrada já apareceram. A grande realidade é que eu curti todos esses posts e não poderia deixar de escrever mais um com um exemplo de muita coragem.
A matéria que vocês veem ao final do post vem lá do Jornal O Globo e foi publicada há praticamente um mês. Nela, é contada a história dos cariocas Mateus Galvão e Igor Ferreira, dois amigos que compraram um charmoso Fusca 1967 verde caribe com a ideia de sair do RJ e ir até o Alasca. Ainda que a empreitada não seja fácil, eles toparam o desafio e ainda estão viajando. O Fusquinha se mostrou muito robusto até então. A única coisa que eu não teria feito é a instalação de uma ignição eletrônica, visto que se algum problema aparecesse, não seria tão simples de se resolver no meio do nada em relação ao platinado. Para se ter uma ideia, a própria ignição apresentou problemas. Na realidade a culpa não é do sistema, mas infelizmente a qualidade desses kits caiu muito com o passar dos anos.
É uma pena que agora os dois cariocas precisem de patrocínio, coisa que eu acredito não ser difícil pela magnitude do projeto. Sigam os caras no Instagram e prestigiem o trabalho deles.
A fonte, como de costume, está ao final do post.
Veja:
Dupla de cariocas se aventura rumo ao Alasca a bordo de um Fusca 1967
Viagem começou em setembro e não tem data para terminar
por Fabio Perrotta Jr.
/ Atualizado
Mateus e Igor são surfistas, nota-se facilmente pelas pranchas penduradas no bagageiro do Fusca - Foto: Arquivo Pessoal
Sair por aí e viajar de carro é o sonho de muita gente. Alguns querem um carro grande e confortável, outros uma van para curtir o clima hippie. Uns, no entanto, preferem a aventura. Para isso, escolhem um... Fusca. É o caso dos estudantes Mateus Galvão e Igor Ferreira, que saíram do Rio e estão rumando para o Alasca. Sim, o Alasca! Aquele estado lá no topo dos Estados Unidos, que no inverno tem média de 24°C negativos.
- A ideia surgiu em um churrasco. Um amigo dos nossos pais falou para irmos de Fusca para o Alasca. Foi só aquele papo, mas ninguém pensou que fosse acontecer. Saí do trabalho e pensei que a ideia era maluca, mas era possível. Alguns outros amigos nossos também toparam e decidimos ir de Kombi. Acontece que, na hora da verdade, a galera desistiu e ficamos só nós dois. Por isso optamos pelo Fusca - conta Mateus.
Tudo aconteceu rápido: Mateus saiu do trabalho em julho e perguntou ao amigo Igor se ele topava a ideia. Igor demorou 10 segundos pensando e decidiu que iria junto. A missão era achar um carro relativamente bom e barato para a jornada.
Mateus conta que achou o carro em Realengo, no subúrbio carioca, fechou negócio e logo colocou o carro na oficina para uma reforma rápida e revisão dos componentes. Em setembro os dois já estavam na estrada.
- A ideia surgiu em um churrasco. Um amigo dos nossos pais falou para irmos de Fusca para o Alasca. Foi só aquele papo, mas ninguém pensou que fosse acontecer. Saí do trabalho e pensei que a ideia era maluca, mas era possível. Alguns outros amigos nossos também toparam e decidimos ir de Kombi. Acontece que, na hora da verdade, a galera desistiu e ficamos só nós dois. Por isso optamos pelo Fusca - conta Mateus.
Tudo aconteceu rápido: Mateus saiu do trabalho em julho e perguntou ao amigo Igor se ele topava a ideia. Igor demorou 10 segundos pensando e decidiu que iria junto. A missão era achar um carro relativamente bom e barato para a jornada.
Mateus conta que achou o carro em Realengo, no subúrbio carioca, fechou negócio e logo colocou o carro na oficina para uma reforma rápida e revisão dos componentes. Em setembro os dois já estavam na estrada.
O Fusquinha 1967 está quase todo original. Os pneus diagonais já furaram mais de seis vezes - Foto: Arquivo pessoal
O Fusquinha verde 1967 é quase todo original. O motor é o original 1300, com sofríveis 46cv de potência na época. Com o tempo, com certeza alguns cavalos se perderam pelo caminho, o que torna o carro ainda mais fraco. Como melhoria, apenas um kit de ignição eletrônica para facilitar a partida do motor e um alternador para gerar energia suficiente para o som e entradas para recarregar o celular. O banco traseiro deu lugar a um armário de madeira reciclada para facilitar a acomodação das bagagens.
Já foram quase 11 mil quilômetros percorridos entre Brasil, Argentina, Chile, Peru, Equador e Colômbia. Hoje, o trio está no sul da Costa Rica, onde pretendem aproveitar um pouco da América Central com calma. Mateus e Igor são surfistas e sempre sonharam em curtir as ondas por lá.
Motorhome brasileiro rebocou o Fusca depois de uma pane elétrica - Foto: Arquivo pessoal
O único momento de apuros aconteceu na fronteira da Argentina com o Chile. Um problema elétrico no sistema de ignição eletrônica deixou os dois a pé no meio do nada. Ambos teriam que dormir em um posto de gasolina, com um frio de quase 2 graus negativos. Por sorte, um motorhome de duas brasileiras também estava por lá e elas rebocaram o carro até o Chile. De lá, um caminhão cegonha do Paraguai ajudou o Fusquinha a chegar em um mecânico e resolver o problema. A melhor parte disso? O conserto foi uma cortesia dos proprietários da oficina, que ficaram impressionados com a aventura.
E para quem também sonha em sair por aí viajando de carro, Mateus deu algumas dicas:
- O primordial é ter coragem, disposição e planejamento. Não é fácil ficar o dia inteiro na estrada, rodando por lugares onde não se vê nada e ninguém. A parte da alimentação também é complicada, ficamos horas sem comer em alguns dias para não atrasar o cronograma. A barreira da língua também é uma dificuldade. Nós falamos espanhol, mas tivemos alguns problemas. Não fizemos um planejamento tão detalhado quanto deveria e sofremos com isso. É necessário um planejamento bem completo para não ser surpreendido com a quantidade de pedágios, como nós fomos. Isso sem contar no susto na hora de embarcar o carro da Colômbia para o Panamá. O frete custaria quase US$ 2 mil (mais de R$ 6.500). Por sorte, conseguimos dividir um container com uma Kombi e uma moto da Argentina, o que nos salvou de gastar uma fortuna nessa parte da viagem - concluiu.
A Kombi da Argentina foi uma das que dividiu espaço no container para o Panamá - Foto: Arquivo pessoal
A aventura já chegou ao custo de R$ 30 mil (incluindo a compra do Fusca) e ainda está na metade. Esse é o principal problema. Mateus e Igor não terão condição de trazer o carro de volta. Ao chegar no Alasca, precisarão vender o carro para custear as passagens da volta. A única maneira disso mudar é conseguindo um patrocínio para fazer o caminho de volta dirigindo ou a bordo de um navio. Alguém se habilita a ajudar? Para quem se interessar em contribuir ou acompanhar a saga do trio carioca, basta procurar no instagram por @go_fusca.
Fonte: Clique aqui!
sexta-feira, 1 de dezembro de 2017
Desmontando e montando o motor do Fusca em 6 minutos
Não, você não leu o título desse post errado. Simplesmente trata-se de uma edição fenomenal que mostra o quão é divertido montar e desmontar o motor do carro mais amado do mundo dando ênfase aos detalhes não só do conjunto como da mão de obra. Se você já está me dando a honra da visita, não deixe de dar aquele like bacana na página do Facebook e de seguir o blog também. Desta maneira, você fica sabendo de tudo o que rola aqui no blog, visto que sempre há um post novo todos os dias. Os botões de curtir e seguir estão aqui a sua direita, bem rápidos e fáceis. Para seguir o blog é necessária apenas uma conta do Google, coisa que todo mundo tem hoje em dia. Além disso, a sua direita também há um botão para que você possa se inscrever em meu canal do Youtube, onde muitas novidades aparecerão em um futuro muito breve para somar com alguns vídeos que lá já existem, visto que já apareceram os primeiros vídeos voltados aos carros antigos. Clicando nesses botões e dando essa forcinha, você está prestigiando o blog de uma das melhores maneiras possíveis para que ele continue crescendo e mais pessoas possam conhecer todo o conteúdo que é postado aqui para todos aqueles que, assim como eu, são apaixonados pelo fantástico mundo do antigomobilismo com admiração pelo incrível universo dos Volkswagen refrigerados a ar.
Nessa semana mesmo eu estava enfatizando o quão é importante a engenharia envolvida em um motor para que ele funcione perfeitamente em um trabalho da faculdade. Quando um motor é projetado, N situações são levadas em conta e todo o refinamento da engenharia bate de frente com o custo total do produto. Por esse motivo, as montadoras sempre visam o misto entre o simples, atual (o que não se aplica em alguns carro atuais aqui no Brasil...) e o barato. O motor do Fusca é uma obra da engenharia extremamente simples, durável e barata, mas logicamente demandava vários cuidados quando de sua montagem.
O vídeo que tem o link para acesso ao final do post eu vi na manhã de hoje. Fiquei simplesmente encantado e só poderia estar postando-o hoje de tanta vontade que estava de compartilhar com vocês. Nele, é feita uma edição (com aumento de velocidade no vídeo) da chegada de um Fusca (numa configuração nunca vinda ao Brasil, com os paralamas "Fafá" na traseira, os pós 1973 daqui no Brasil na dianteira e parachoques até 1970) a uma oficina no exterior que efetua a retifica completa do motor. Vários detalhes me chamaram a atenção nesse vídeo: Um deles é o fato de os mecânicos não utilizarem alguns sacadores muito comum aqui no Brasil, como o da polia e o da bomba de óleo. A retífica do virabrequim também foi feita de uma maneira simples mas com um excelente resultado.
O escapamento EMPI GT de inox e o carburador de corpo duplo (muito comum em Fuscas no exterior) também é um show a parte.
Bom, o vídeo fala por si.
Assista ao vídeo no Facebook clicando aqui.
Nessa semana mesmo eu estava enfatizando o quão é importante a engenharia envolvida em um motor para que ele funcione perfeitamente em um trabalho da faculdade. Quando um motor é projetado, N situações são levadas em conta e todo o refinamento da engenharia bate de frente com o custo total do produto. Por esse motivo, as montadoras sempre visam o misto entre o simples, atual (o que não se aplica em alguns carro atuais aqui no Brasil...) e o barato. O motor do Fusca é uma obra da engenharia extremamente simples, durável e barata, mas logicamente demandava vários cuidados quando de sua montagem.
O vídeo que tem o link para acesso ao final do post eu vi na manhã de hoje. Fiquei simplesmente encantado e só poderia estar postando-o hoje de tanta vontade que estava de compartilhar com vocês. Nele, é feita uma edição (com aumento de velocidade no vídeo) da chegada de um Fusca (numa configuração nunca vinda ao Brasil, com os paralamas "Fafá" na traseira, os pós 1973 daqui no Brasil na dianteira e parachoques até 1970) a uma oficina no exterior que efetua a retifica completa do motor. Vários detalhes me chamaram a atenção nesse vídeo: Um deles é o fato de os mecânicos não utilizarem alguns sacadores muito comum aqui no Brasil, como o da polia e o da bomba de óleo. A retífica do virabrequim também foi feita de uma maneira simples mas com um excelente resultado.
O escapamento EMPI GT de inox e o carburador de corpo duplo (muito comum em Fuscas no exterior) também é um show a parte.
Bom, o vídeo fala por si.
Assista ao vídeo no Facebook clicando aqui.
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