Se você chegou a este blog por meio desse post, não deixe de dar aquele like básico na página do Facebook e seguir o blog logo abaixo. A sua visita é sempre uma honra e é por isso que gostaria de tê-la sempre, visto que tem conteúdo novo todos os dias por aqui. Há alguns meses atrás eu escrevi um post com o mesmo intuito que esse, que tratava sobre o escapamento EMPI GT de inox para Fuscas ou qualquer outro VW a ar. Naquela ocasião, eu falei brevemente sobre o escapamento e trouxe para vocês um vídeo de demonstração do escapamento montado. Meses depois eu escrevi mais um post que tratava de um escapamento muito divertido e o mais importante, muito mais acessível que um de inox, o 4x2, mais conhecido como Capetinha. Naquele post, eu falei um pouco sobre o escapamento também e trouxe um vídeo para cada "tipo de Capetinha" diferente que achávamos no mercado, inclusive com ponteiras diferentes. Hoje a ideia é a mesma, também tratando de um escapamento muito popular. Todas as vezes que alguém com um carro antigo pretende dar uma melhorada no desempenho do clássico, acabam surgindo várias dúvidas com relação ao que usar, como usar e como combinar as melhorias feitas no carro: Alguns investem na carburação, outros no sistema de ignição de alguma maneira, outros quando o investimento permite abrem o motor e alteram a cilindrada, trocam o comando de válvulas, partem para balancins de maior levante, dentre outras coisas. No entanto, algo que muitas vezes é adotado pelas pessoas até mesmo sem a intenção de melhorar o rendimento do seu carro é uma troca de escapamento. Para os VW a ar, existe uma enorme gama de produtos da linha e desta maneira é possível escolher um escapamento que melhor se encaixa com o seu perfil ou necessidade. O escapamento que eu trago para vocês hoje é um velho conhecido de todos: O escapamento das Pumas. Esse escapamento fabricado pela Kadron há alguns anos atrás fez muito sucesso não só nas Pumas, mas muitos Fuscas, Brasílias e outros VW os utilizaram na ideia de mudar um pouco o ronco em relação ao escapamento original. Uma vantagem desse escapamento (assim como o Capetinha) é que ele é projetado de maneira dimensionada, ou seja, todos os canos que saem dos cilindros e conduzem os gases tem exatamente o mesmo comprimento e o produto tem a preocupação de trazer o mínimo de restrições para os gases queimados pelo motor para que o desempenho também tenha uma melhora com esse escapamento. Mas, qual escapamento usar? Pergunta difícil. Talvez a melhor resposta seja "depende". Você precisa ver qual é o teu objetivo/necessidade com o carro para ver o que melhor se encaixa no seu carro. Hoje eu escrevo esse post para te ajudar a decidir qual será o escapamento que você pode adotar no seu carro. O modelo de hoje é o escapamento da Puma. O primeiro vídeo que aparece logo abaixo é do escapamento do Puma na configuração original, com abafador e a belíssima (e tradicional) ponteira cromada:
Agora, um vídeo do escapamento de Puma sem abafador. (Fique esperto, geralmente ele ronca alto, fique esperto com o volume do áudio..hehe):
E por último o escapamento de Puma com uma modificação no abafador:
Como vocês podem ver, o escapamento do Puma lhe dá um ronco muito mais grave. Eu, ainda que prefira o escapamento original (e com as ponteirinhas finas que "assobiam") vejo como muito harmonioso o som que esse escapamento proporciona. Vale ressaltar que este escapamento tem saída lateral, e não nos cortes da saia traseira como os demais modelos.
Esse é o tipo de post que nos faz lembrar que nem sempre aquilo que é belo está exatamente a frente dos nossos olhos. Se você já me deu a honra da visita aqui no blog, não se esqueça de deixar aquele like básico aqui na página do Facebook a sua direita e também seguir o blog logo abaixo. Nesses últimos meses eu tenho repetido muito essa linha de pensamento por aqui, mas hoje sou obrigado (por um bom motivo), mais uma vez, a reiterar: Quando você tem um sonho ou objetivo, além da sua perseverança, esforço e idealização para que sua meta seja alcançada, o apoio de parentes e/ou amigos na sua empreitada é muito importante, mesmo este sendo apenas por palavras. Nessa minha vida aliada à minha paixão pelo antigomobilismo, graças a Deus eu sempre tive muito o apoio de parentes e amigos para que esta página e outros ideais tornassem realidade ou que pudessem estar encaminhados para algum objetivo que eu tenha. A contribuição de hoje vem novamente de alguém que eu já elogiei (ou melhor, apenas falei a verdade em todos os posts) por inúmeras vezes aqui: Meu pai. Hoje ele chegou para mim dizendo que havia fotografado esse Fusca há um bom tempo no estacionamento do subsolo do Pátio Cianê, o Shopping que cedia o encontro mensal de antigos que, sempre que possível, tento cobrir. Este carro estava estacionado lá no subsolo do Shopping no domingo que acontecia o encontro referente ao mês de Julho, ou seja, essa foto tem mais ou menos três meses. O Fusca que aparece nas fotos é, de acordo com a checagem das placas, 1971. O Fuscão 1500, como se pode ver nas fotos, está muito íntegro e ainda conserva os belíssimos paralamas "olho de boi", mantidos no Fusca até 1972. A cor me parece ser verde guarujá, visto que o local da foto não tem tanta luminosidade e o tom não é tão escuro. É um carro aparentemente de uso diário, um retrato da grande maioria dos Fuscas até hoje, que consiste em carros que rodam há pelo menos 30 anos dificilmente deixando seus donos na rua. Interessante é que esse carro não estava junto aos demais clássicos do evento. Essas fotos nos mostram que os carros clássicos não estão somente concentrados nos encontros, mas se abrirmos os nossos olhos para observar o trânsito, veremos "um ponto colorido" em casa esquina. Agradeço mais uma vez ao meu pai por mais esta de tantas contribuições! Veja:
Na verdade o conteúdo que seria mostrado hoje vou "repassado" para os próximos dias, visto que o mesmo é bem extenso e o tempo acaba se tornando muito curto para escrevê-lo visto que o tema é bastante extenso. Nos quase 500 posts que já compõem esse blog eu por inúmeras vezes escrevi alguma coisa como legenda de uma foto de época, e hoje não será diferente. Como essas imagens com certeza agradam muito à qualquer antigomobilista, sem sombra de dúvidas nunca é tarde para se apreciar um fotografia como essa. A imagem que aparece ao final do post é bem simples, aparentemente tirada apenas com o intuito de mostrar as rua e como era a realidade naquela época. Como pode se deduzir, é uma imagem que foi produzida nos anos 70, visto que já temos alguns Fusquinhas da respectiva década aparecendo na foto. O local, super tradicional, o Parque Dom Pedro em SP. Todas as vezes que vejo essas fotos lembro-me da minha infância na Capital Paulista, onde frequentei muito lugares e principalmente o Centro. Na foto aparece um estacionamento e é ali que está o nosso maior divertimento como antigomobilistas: Podemos notar todos os clássicos que estavam ali parados nos lugares onde, na grande maioria dos casos, os carros atuais ocupam. Sem sombra de dúvidas o carro que o tempo todo me chamou a atenção nessa imagem foi a Kombi corujinha branca, carro que a cada dia tem sido mais difícil de se ver nas ruas. Além disso, ainda tem um belo Aero Willys marrom com o teto branco, sedan que era um dos modelos preferidos daqueles que tinham um melhor poder aquisitivo. Nesses momentos é que nos lembramos o quanto o trânsito era mais colorido na época e que não obedecia um padrão de cores. Talvez as cores do passado ainda não tenham convencido o presente a transformar o seu nublado em um arco íris. Veja:
Se você chegou a esse blog por meio desse post, não deixe de dar aquele like básico na página do Facebook aqui a sua direita e seguir o blog logo abaixo. A sua visita é sempre uma honra e tem post novo todos os dias por aqui. Quando você leu o título desse post, muito provavelmente já lhe veio a cabeça um dos esportivos que mais marcaram época na indústria automobilística nacional, o SP2. O carrinho baixinho e com linhas únicas trazia inúmeras novidades para a linha VW a ar além de uma pegada esportiva até então nunca apresentada pela VW no Brasil. Há alguns dias atrás eu me deparei com esse vídeo que aparece ao final do post. Assim que ele apareceu nos resultados da pesquisa que eu havia feito, logo me lembrei de quando assisti essa matéria no programa "Auto +". Nele, é comentada parte da história do SP2 ilustrada por um belíssimo exemplar que compõe a matéria. Toda vez que eu converso com alguém sobre VW a ar é difícil não falar do SP2 ou de qualquer outro VW a ar que utilize a solução do motor plano. A engenharia que permitia que o motor fosse muito mais compacto até hoje surpreende pelo fato de ter tanta inteligência aplicada no projeto. Ao falar do SP2, sempre os pontos fortes do carrinho são destacados, como o motor 1700, peculiaridade do modelo e o câmbio 8x31, que equiparia os Fuscas 1600 anos depois. Além de tudo isso, o carro tem um acabamento diferenciado de muitos outros carros da época e tem um design que consegue manter o lado clássico sem perder a oportunidade de ser classificado como contemporâneo. A matéria é bacana e tem muita informação que agrega valor para qualquer amante de VW a ar. Veja:
Esse é o tipo de post que nos faz lembrar que o nosso bom e velho Fusquinha não é uma paixão exclusiva de nós brasileiros. Lá fora nós temos muitos exemplares de tirar o chapéu. Há alguns dias atrás eu escrevi aqui um post mostrando Fuscas do exterior no seu aspecto mais "natural" possível, eram fotos de Fuscas parados nas ruas de diversos países (na Europa, na maioria das imagens), mostrando a diversidade do modelo mais amado do mundo em diversos lugares. Hoje a ideia é um pouco diferente mas também bacana. Aqui no Brasil uma das poucas variações de carroceria do Fusca que não tivemos foram os modelos cabriolet, ou conversíveis. Os carrinhos que permitiam que seu dono tomasse um belo sol durante o seu passeio de domingo nunca foram produzidos em série aqui no Brasil. Nessas várias décadas em que o Fusca foi fabricado aqui, muitos Fusquinhas originalmente com teto foram convertidos para conversíveis, eu mesmo conheço uns dois ou três. O único modelo que eu particularmente conheço que saiu de fábrica conversível no Brasil foi o modelo 1993 utilizado na cerimônia de retomada a produção do Fusca por intermédio do então Presidente da República Itamar Franco, mas este era um carro especial para a ocasião. Em virtude de eu gostar muito de conversíveis, esses dias atrás eu resolvi fazer uma pesquisa de imagens para ver o que eu encontrava nos exemplares do exterior que, dependendo do país, pode ter inúmeras diferenças em relação aos nossos carros. Nessa pesquisa, separei algumas imagens que aparecem agora ao final do post. São carros de babar não só pela beleza, mas pela peculiaridade de cada um. Veja:
Se você chegou a esse blog por meio desse post, não deixe de dar aquele like básico na página do Facebook e também seguir a página logo abaixo. A sua visita é sempre muito importante, tem post novo todos os dias por aqui. Muitas vezes as pessoas temem ou adiam os seus sonhos de ter um carro clássico em virtude de pensarem que os carros antigos tem limitações, poucas limitações ou conforto e até mesmo ineficiência no funcionamento de algum componente. Muitas vezes as pessoas se queixam de desempenho, mas um clássico bem regulado sempre terá uma tocada aceitável, outros dos freios que, ainda que com tecnologia muito diferente da atual, param o carro com segurança se bem cuidados, outros da estabilidade, que é claro, no caso de um Fusca por exemplo não é igual à de um kart, mas segura o carro nas curvas em velocidades sensatas. No entanto, algo que está sendo tratado no post de hoje é um dos fatores que as pessoas mais se queixam nos antigos: A iluminação. Antigamente, no início da indústria automobilística nacional, a grande maioria (se não a totalidade) dos carros operavam com 6 volts no sistema elétrico. Naquela época, a iluminação dos carros era muito mais fraca do que hoje. Anos depois, os carros começavam a operar com 12 volts (como é até hoje), e no decorrer das décadas a elétrica e eletrônica automotiva foi sendo aperfeiçoada e o setor de iluminação não ficou de fora de tanto avanço. Lâmpadas halógenas, de led, faróis projetores e direcionais, lâmpadas de xênon, barras de led e muitos outros produtos foram aparecendo conforme o tempo. A cada nova tecnologia lançada, muitas vezes a informação que temos é que aquilo que é presente nos nossos carros parece ser ineficiente diante das novidades. Eu particularmente acho bonita aquela iluminação dos painéis de carros antigos, ainda que muitas vezes iluminem mal. Se você não curte a iluminação original do painel do Fusca, você vai gostar desse vídeo que aparece ao final do post. Nele, é mostrado o resultado de lâmpadas de led operando no local das originais na iluminação interna. A instalação e funcionamento são simples: Basta você tirar as lâmpadas originais e colocar lâmpadas de led equivalentes da cor que mais lhe agradar. Para quem quiser colocar leds nas famosas "luzes de espia" de óleo, luz alta e bateria, pode fazer a ligação de um led universal (aqueles comuns de eletrônica) com poucas adaptações. Além disso, ele belo Fusca que aparece no vídeo tem um conta giros instalado, outra ferramenta que já foi mostrada aqui no blog e relatado seu funcionamento e modo de instalação. Veja:
Embora o meu pensamento seja muito parecido com a linha de raciocínio aplicada na propaganda, não fui eu quem bolou esse texto, ele é simplesmente mais um título de uma publicidade muito bem elaborada da VW. Existem muitas coisas de antigamente que me encantam e que vão muito além dos carros. Se eu entrar no Youtube e buscar por propagandas antigas de carros, eu passo facilmente muito tempo me entretendo com os conteúdos inclusos nas publicidades de época. Antigamente as propagandas tinham uma maior duração, tendo assim mais tempo para convencer o consumidor de que o produto X que estivesse sendo anunciado era realmente bom. É claro que hoje os tempos são outros e nós ainda temos propagandas boas (e outras péssimas e super sem graça), mas esse sentimento de nostalgia passado por aquilo que foi produzido antigamente em uma realidade muito diferente da de hoje. A propaganda que aparece ao final do post não é um vídeo para TV, como geralmente encontramos na internet. Desta vez, trago para vocês uma propaganda impressa que possivelmente foi veiculada em jornais e revistas voltadas à área automotiva. Nela, é feita a divulgação da Brasília, um modelo que, pelo menos ao meu ver, foi um carro muito a frente do seu tempo, pois já trazia muitos detalhes que hoje são utilizados ainda que no princípio da ideia em carros compactos atuais. A área envidraçada enorme, um espaço interno bem maior que o de nosso querido Fusquinha aliados à mecânica VW boxer que já era um sinônimo de confiabilidade tornavam a Brasília um carrinho muito acertado. O ponto a ser evidenciado nessa propaganda é o espaço interno, bem descrito na publicidade abaixo. Veja:
Não, eu não estou exagerando nos elogios para esse Fusca que aparece no post de hoje. Eu realmente estou encantando com esse exemplar que achei muito mais do que justo postá-lo aqui. Eu geralmente digo aqui que quando nós temos um sonho ou objetivo, além do afinco trabalho, suor e tudo aquilo que deve vir de nossa parte nós precisamos de um apoio de parentes e/ou amigos. Casos como esses é que nos mostram que existe muita gente próxima de nós que pode sim nos apoiar e nos incentivar nos nossos sonhos, por mais loucos ou esquisitos que eles sejam. Este simpaticíssimo Fusquinha 1200 1966 branco gelo que aparece no vídeo pertence a Aline Fontana, que deu essa entrevista muito rica e intimista ao canal do Youtube "Fusca TV", que eu já deixo aqui a minha recomendação para que vocês se inscrevam. A Aline é uma moça que, desde pequena, teve uma grande influência do pai para gostar de carros, e conforme o seu crescimento foi acontecendo, ela foi se interessando mais pelos carros antigos e cultivou em si o sonho de ter um Fusca. Após muito tempo de "namoro" o exemplar que aparece no vídeo, ela conseguiu adquiri-lo e restaurá-lo em busca do maior índice de originalidade possível. Tudo isso ficou mais fácil em virtude dela pegar um carro muito íntegro e com muitos detalhes originais, inclusive com a elétrica ainda operando com 6 volts, como em 1966. Como infelizmente na nossa vida tudo são flores, a Aline acabou sofrendo alguns percalços nessa sua caminhada em manter o Fusca bacana com um furto de peças do seu carro enquanto ele ficava guardado longe de casa, mas como seu sonho e determinação eram maiores que isso, ela foi atrás e manteve seu Fusquinha na ativa mesmo após o ocorrido. O vídeo fala por si e mostra que existem sim mulheres que são apaixonadas por antigomobilismo (algumas já tiveram até seus carros postados aqui por mim) e, é claro, elas formam um grupo de mulheres que são, literalmente, para casar. E tem mais, ela agora também tem uma Kombi. Veja:
Quando se diz o ditado de que "Uma imagem vale mais do que mil palavras", é exatamente fatos como esse do post de hoje, que a dita popular quer se referir. Nos últimos anos com o avanço da internet e um maior interesse das pessoas em buscar e reviver o passado, muita coisa que estava guardada há muito tempo em lugares que nem poderíamos imaginar foram mostradas e divulgadas para que as pessoas pudessem admirar algo do passado. Uma das maiores formas de registro possíveis e que a cada dia pode retratar mais ainda o passado é a fotografia, que no caso de hoje, me traz algumas lembranças. A imagem que aparece ao final do post foi tirada há exatamente 50 anos atrás, em 1966. Eu particularmente não me identifiquei com aquilo que aparecia na foto, mas sim com a localização dela. Esta foto foi tirada na Rua da Consolação, em São Paulo. Como eu disse outras vezes aqui, eu passei boa parte da minha infância na Capital e andei muito pelas ruas do Centro acompanhado principalmente da minha mãe. Um dos "passeios" que eu fazia todos os dias era subir a Consolação de ônibus, estudar na Escola Estadual Professora Marina Cintra e descê-la a pé no final da tarde. Aquela época me remete lembranças muito boas e saudáveis de um tempo que não volta mais. Esta foto, como toda e qualquer imagem urbana do século passado e que mostre um trecho do trânsito, é tomada com uma grande infinidade de Fuscas. Lembrando que isso foi em 1966, onde não tínhamos chegado nem ao ápice de vendas que se fez nos anos 70. Na imagem, vemos também que a maioria dos táxis também eram Fuscas. O VW era uma grande alternativa para quem rodava bastante e buscava uma autonomia maior em relação à maioria dos carros que tinham grandes motores. Veja:
Esse post é mais uma prova que para se ter um carro bacana e divertido não existe a necessidade dele ser completo. É lógico que na época que esta versão foi produzida os tempos eram totalmente outros, mas com certeza vale relembrar esse clássico em mais um post sobre ele. No início desse mês eu escrevi um post que tratava sobre o Fusca modelo "Pé de Boi", uma versão do Fusquinha que saiu por volta do meio da década de 60 que era absurdamente "pelado", sem quaisquer tipos de acessórios. Aquele post, logo depois de sua publicação, foi um sucesso no número de acessos e trouxe um excelente retorno. Visto isso e, como eu também havia prometido trazer mais conteúdo sobre o modelo, escrevo este post alguns dias depois trazendo um novo material sobre o modelo. O vídeo que aparece ao final do post foi produzido pelo antigo programa "Vrum", que passava no SBT no horário hoje que é exibido o "Acelerados". O Vrum era um programa que eu gostava bastante pelo fato de as vezes trazer matérias desse tipo, mostrando carros clássicos ou tratando de temas do automobilismo que muitas vezes não eram retratados na TV. A vantagem é que todos os responsáveis pelo programa seguem no Youtube fazendo o trabalho que antes era televisivo dentro da "maior TV do mundo e da internet" com a mesma excelência e nível. Nas imagens, aparece um Fusquinha "Pé de Boi", absurdamente original, sem nenhum acessório que poderia ser instalado. No vídeo, seu proprietário conta a história do carro e todo o valor sentimental que é envolvido de sua parte para com o exemplar. É muito bacana ouvir histórias assim junto à informações que só enriquecem o vídeo. O conteúdo fala por si, vale muito a pena ver. Veja: