Ignição eletrônica no distribuidor original

sábado, 12 de outubro de 2013

Comercial - Volkswagen: Saúde de Aço

PessoALL,
Aqui vai um comercial do Fusca intitulado como Saude de Aço. De fato, o besouro tem saude de aço e prova até hoje pelo grande numero nas ruas.

Antigo Blog - Flagra: Karmann Ghia TC placa preta

PessoALL,
Aos poucos vou postando tudo o que havia no antigo e saudoso blog. Dessa vez vou repostar as fotos que tirei de um Karmann TC que vi a uns 2 anos atrás parado numa saida da Ponte da Casa Verde, em São Paulo.
Me recordo que naquele dia havia instalado insulfilm no meu ex carro, um Terios - Daihatsu. Onde instalei, havia um Fuscão 1500 do dono da loja, que também irei postar aqui.
Aí vão as fotos:




Reportagem Revista 4 rodas: Karmann Ghia Conversivel

PessoALL,
Aqui estou eu de volta no Fusca, Kanduxo & Musica! Com a conexão restabelecida pra postar  tudo o que temos nos nossos arquivos.
Hoje é a vez de uma reportagem postada no site da Revista Quatro Rodas sobre o Karmann Ghia Conversivel. Eu particularmente acho todas as versões desse esportivo de época lindas, com linhas bem desenhadas e um desempenho consideravel pela época em que foi produzida.
Segue a reportagem;

KARMANN GHIA CONVERSÍVEL

ÚNICO VOLKS CONVERSÍVEL DE FÁBRICA NO BRASIL, SUA EXCLUSIVIDADE FEZ DELE UM CLÁSSICO DISPUTADO

POR FABIANO PEREIRA | FOTOS: CHRISTIAN CASTANHO





Demorou para a Volkswagen brasileira ter seu próprio Karmann Ghia conversível. Se na Europa já existia desde 1958, por aqui só chegou uma década depois. O motor 1200 de 36 cv do Karmann nacional fora substituído pelo 1500 de 52 cv em 1967. Por aqui desde 1962, nosso cupê era uma fi gura bem mais fácil nas ruas que o Karmann Ghia aberto, até hoje o único VW nacional conversível de fábrica. Assim como acontecia com o cupê, o chassi com mecânica saía da fábrica da VW na Rodovia Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP), para a da Karmann, perto dali. O médico Paulo Cesar Sandler, historiador e autor de livros sobre clássicos nacionais (inclusive um sobre o Karmann), diz que o conversível, feito em lotes, era “um fora-de-série de fábrica”. O teto era mais simples que no modelo alemão, com estrutura própria e sem forração interna.

Para 1968, a linha Karmann Ghia brasileira passou por sua mais expressiva atualização. As lanternas ficaram maiores e as rodas ganharam novo desenho. Com revestimento plástico que imitava jacarandá, o novo painel ainda se ressentia de um conta-giros, mas dispensava o relógio do tamanho do velocímetro. No interior, botões e comandos de baquelite, antes brancos, ganharam a cor preta, detalhes presentes em um dos dois exemplares 1969 cor vinho fotografados - as fotos externas mostram o exemplar do advogado paulista Maurício Marx. De propriedade do presidente do Karmann Ghia Club, Henrique Erwenne, ele foi comprado em 1983 e restaurado por seis anos. “A carroceria é toda nova”, diz o dono. Faróis de milha e de ré, antena e rádio Blaupunkt são acessórios alemães de época. O carro de Marx, que precisou de cerca de nove meses de recuperação, estava abandonado num drive-in até o dono anterior comprá-lo.

No banco traseiro cabem só crianças e alguma bagagem atrás do encosto. A falta do teto rígido pediu reforços longitudinais nas portas e transversais na base da capota e batentes. Muito da visibilidade privilegiada pela capota rebatida some ao fechá-la – mesmo com nossa janela traseira maior. Para rebatê-lo, é preciso baixar o zíper da janela traseira antes.

Comandos e câmbio bem à mão lembram os do Fusca. O volante grande, igual ao do Fusca, ajuda nas manobras. QUATRO RODAS nunca testou o conversível, mas Erwenne estima que o comportamento das duas versões era equivalente. Expedito Marazzi avaliou o cupê 1500 em maio de 1967. “Antes do novo motor, até veículos de cilindrada inferior o superavam na estrada, com certa facilidade”, diz. A chave de ignição comandava a trava de câmbio e só em pontomorto podia ser retirada, um risco ao estacionar em ladeiras. Em 1970, o motor 1600 de 60 cv e discos de freio dianteiros dariam fôlego extra ao esportivo.

Dos 29 287 Karmann, acredita-se que 177 conversíveis foram feitos até 1971. Nem VW nem Karmann informaram o total. Sandler ouviu outras versões. Georg Maisch, auxiliar pessoal do projetista Harald Gessner, da Karmann na época, lhe disse que foram 169. O escritor afi rma que alguns cupês tiveram o teto cortado e ganharam numeração falsifi cada. Um legítimo KG conversível tem lugar de honra em qualquer coleção que prestigie modelos nacionais. E seu preço está à altura de tamanho prestígio.



A ESSÊNCIA 
Se, de fábrica, só um VW nacional teve versão conversível e, ainda assim, com produção artesanal, sua mecânica a ar equipou alguns fora-de-série com esse tipo carroceria. O mais conhecido deles foi o Puma Spider. Mas havia o MP Lafer, o Adamo GTM C2 e o Miura Kabrio, integrantes de um segmento em que, não raro, a produção artesanal de um modelo ultrapassava a alcançada pelo VW.




PREÇO

MAIO DE 1970

CR$ 17 971

ATUALIZADO
R$ 63 976


Fonte: Clique aqui!


segunda-feira, 13 de maio de 2013

Atualizando o blog.

PessoALL,
Estou sem internet no PC onde guardo todos os arquivos e por isso o blog está desatualizado.
Assim que conseguir a conexão, estarei reerguendo esse blog e estarei reformulando o forum.

domingo, 25 de novembro de 2012

Coisa de Brasileiro....

Olha, mesmo sendo um, não duvido nada do Brasileiro não...

Encontrei essas duas fotos no meu PC de leves "modificações" em nosso idioma...

Por esse preço, eu compro e restauro....



Farol de milha unitário, alguém já viu??


Agora, uma vez por semana, teremos a série Importados no Brasil, onde iremos falar de diversos importados que estiveram, estão e que estarão por vir pra cá, neste país onde tem gente que faz esse tipo de modificação....

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Videos: Passat Iraque

PessoALL, essa é para os mais velhos (ou melhor, para os mais experientes)....

Quem se lembra do Passat LS e LSE exportados para o Iraque na decada de 80?

Eram modelos 4 portas com exigencias um tanto interessantes, além disso, um tremendo avião!!!

Vi hoje no UOL um video de um cara que comprou de um tio um Passat Iraqueano praticamente, "unico dono"...Assistam aos videos:


Video do UOL do Passat "Iraque"

E, para complementar o conteudo, uma reportagem do Flavio Gomes (do extinto programa "Limite", da ESPN), relacionado a um carro tão exotico como o Passat.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Fernando & Sorocaba - Livre

Nova música de Fernando & Sorocaba...já está tocando nas rádios de todo o Brasil!
Eu curti!

Fuscas Táxi.

PessoALL,
Encontrei essas fotos no meu PC, que mostram alguns de milhares de Fuscas que foram "Carros de praça" por tantos e tantos anos...


Em Curitiba, onde os Táxis são laranjas...

No México, um dos paises onde há o maior numero de Besouros no mundo, hoje ainda concentra parte de sua frota de Taxi como Fuscas.

Bastou falar....


Os VW 1.600, conhecidos como "Zé do Caixão" também marcaram a década de 70 como táxis, por ter 4 portas e comportar bem uma familia...

Olhem só que belezinha de miniatura!!!

terça-feira, 9 de outubro de 2012

VW Fusca: Suas linhas curvas e simpáticas inspiram graça.

PessoALL,
Encontrei essa matéria no "Favoritos" do meu PC que iria para o antigo blog, e percebi que tinha de postar, é muito interessante!

VW Fusca: Suas linhas curvas e simpáticas inspiram graça.
Suas linhas curvas e simpáticas inspiram graça. O design que aproveita a aerodinâmica é resistente, como o casco dos besouros.

(07-06-11) - Suas linhas curvas e simpáticas inspiram graça. O design que aproveita a aerodinâmica é resistente, como o casco dos besouros. Não é o acaso que um lembra o outro. O projeto que roda pelos quatro cantos do mundo nasceu da mente criativa de Ferdinand Porche e sua equipe, foi fabricado pelo governo alemão e depois da 2ª Guerra, passou a ser vendido com o apoio dos ingleses. É um modelo de muitas histórias e paixões.

“A primeira coisa que me chamou atenção nos carros foi a forma” conta o motorista deste fusca vermelho. “Desenho carros desde os 7 anos de idade e quando, aos 9, entrei num fusca fiquei fascinado”, relembra o designer gráfico, “foi um colega do meu pai que nos deu carona para casa e eu, no banco de trás, ia apreciando o passeio”.

A Alemanha de 1930, a pedido da autoridade máxima, Adolf Hitler, precisava de um carro para o povo (livre tradução para “Volks wagen”), portanto que comportasse uma família de pai, mãe e três filhos – ou dois soldados e um fuzil. Ainda, fosse econômico, forte e barato. O fusca conseguiu atingir todos os predicados. Foi, e ainda é, o carro de muitas famílias. “Meu pai teve uns 5 ou 6. Já no álbum de casamento ele e minha mãe saíram da igreja em um”, comenta.

Símbolo de praticidade sobre rodas é o veículo mais fabricado de todos os tempos. Suas linhas permaneceram praticamente inalteradas, do primeiro ao último modelo. Considerado de proposta limpa, cuja carroceria é arredondada e simples.

“Quando decidi que ia comprar o meu besouro, queria um em que pudesse andar na cidade. É meu carro de uso entre duas ou três vezes por semana”, diz. Porém a escolha seguiu uma ordem. Primeiro tinha de ser um fusca, pois considera as linhas inspiradoras. Depois, da década de 1960, que traz muita referência artística e cultural. Por último, um motor que pudesse andar na cidade de São Paulo sem dar desgosto, portanto um 1300 (o 1500 surgiu na década de 1970, o Fuscão).

Foi navegando na web há 10 anos que encontrou este exemplar. Marcou de dar uma olhada num dia da semana depois do trabalho. “Lembro muito claramente. Era meu rodízio e fui de metrô, uma correria. Cheguei atrasado e encharcado da chuva, mas valeu muito à pena”, conta. Bateu os olhos e gostou, principalmente pelo tom de vermelho diferenciado que o remeteu diretamente à infância, lá nos anos 80, quando andou pela primeira vez num fusquinha de carona.

No dia da entrega do carro, o jovem vendedor, queria contar um pouco da história do veículo e entregar a alguém que fosse cuidar muito bem dele. Algo que passou de pai para filho, único dono, mas como o pai havia falecido, achou que era hora de passar adiante. Levou o álbum de fotos e, como são as coincidências da vida, “Hei esse é o meu pai ao lado do seu. Espera aí.” Pronto. Era o mesmo que o menino de 9 anos...

Em todas as décadas que esteve em produção suas principais mudanças foram mecânicas e nos detalhes, que entre os fusqueiros significam muito. Oficialmente lançado em 1938 sua última unidade foi produzida no México em 2003. No Brasil, primeira remessa chegou em 1950 e passou a ser fabricado em 1953, despedindo-se em 1986. Porém, por uma oportunidade de mercado, voltou em 1993 e sai de linha oficialmente em 1996.

Desde quando o designer o comprou as únicas coisas que mudou foi o jogo de rodas, que passou para as originais, e incluiu as sobrancelhas nos faróis. Os amigos sabem que o desenho do pequeno muito lhe agrada, portanto é fácil presentear, “basta me dar um fusca vermelho. Tenho uma coleção de tipos e tamanhos” conta com sorriso e revela que pretende fazer uma pequena restauração “e depois o próximo passo será tirar a placa preta.”

Causo do Motorista – Na época em que fazia MBA, na saída, foi dar carona a uma amiga. Ao parar o carro para deixá-la, dois sujeitos os abordaram para assaltar. Queriam levar a bolsa dela e, quando foi defender, o ladrão resolveu que queria levar o fusca. Aí o bicho pegou. “O fusca você não leva não!” e começou a bater no assaltante. Sorte que os bandidos não estavam armados, porque saiu batendo nem pensou em arma, nada. Como era um local movimentado, logo pararam outros carros e os assaltantes fugiram. Hoje avalia o risco que correu, “mas sem mostrar a arma, não deixo levar mesmo” atreve-se.

Fusca 1968 – O modelo brasileiro passa a ter parte elétrica de 12 volts e a oferecer a caixa de direção lubrificada à graxa, junto nova suspensão com regulagem de cambagem. Ano das cores azul-pastel (azul calcinha), azul-real, branco-pérola, verde-caribe e vermelho-granada.

Seu motorista é designer de uma importante marca de roupas e adianta que o besouro está na moda! Podem esperar fuscas na coleção Primavera-Verão da Handbook (Clique aqui).

Veja as fotos do Fusca do Designer:











Fonte: Clique Aqui!


Restauração do Voyage de Ed Primo.

PessoALL,
Tenho um amigo chamado Ed Primo, no qual é pintor e exerce muito bem a profissão....Um cara muito simpatico, divertido, simples pra caramba e outras qualidades mais....
Há alguns anos atrás ele comprou um Voyage quadrado 2 portas, prata, 1991, AP 1.8, com 100.000 km originais, um carro muito bem cuidado....

Este é o Voyage dele...

Com o decorrer do tempo, Ed foi viajando, rodando de diversar formas com seu "Super Voyage", e, como sempre gostou de coisas coloridas, de artes e coisas mais, ele resolveu envelopar seu Voyage com algumas artes, principalmente com a sua especialidade, a pintura de tênis...


Mais, em sua penultima visita a minha casa, falou que tinha um projeto que iria mais além do envelopamento.....
Ele parou seu Voyage na funilaria, mandou lixar inteiro e fez a mão toda a pintura, deixando seu Voyage cor "Fantasia", já vi pessoalmente essa pintura e sei que realmente ficou show!

  O lado direito não foi concluido, mais o esquerdo ficou show!



Ao lado de uma de suas obras.

Agora, o Voyage em breve terá o motor aspirado e transformado para 1.9 (2.0, na verdade), depois de 350.000 km rodados e muita história pra contar!